Chegou
à Espanha um dispositivo do tamanho de uma mochila e
baseado em tecnologia israelense, que permite transmissões
diretas sem o suporte de satélite
Sites da web especializados em tecnologia informaram
que já chegou à Espanha um dispositivo do tamanho
de uma mochila e baseado em tecnologia israelense, que permite
transmissões diretas sem o suporte de satélite.
Acrscentaram que o novo sistema LiveU, que demonstrou sua grande
utilidade para os meios audiovisuais durante a última
campanha eleitoral dos Estados Unidos, não precisa de
conexão via satélite para transmitir o sinal de
vídeo e áudio. Assim, permite a transmissão
de sinais, diretamente e FTP, desde qualquer lugar com a simples
cobertura de um telefone móvel, dando uma maior autonomia
e mobilidade às equipes de repórteres. Algumas
cadeias internacionaies de televisão que já utilizam
a tecnologia LiveU são: NBC e o grupo Gannet nos Estados
Unidos; Sky no Reino Unido e BFM TV na França.

UMA AGÊNCIA DE ESPIONAGEM FRAUDOU PASSAPORTES:
QUE HORROR!
*Por
Alan Dershowitz
As vozes indignadas de países europeus e da Austrália
que acusam o Mossad (serviço secreto de Israel) de
fraudar passaportes para realizar o assassinato de Mahmoud
al-Mabhouh soam vazias e cheiram à mais estampada hipocrisia.
Quem quer que tenha matado Mahmoud al-Mabhouh seja o Mossad
ou outra agência certamente roubou ou forjou passaportes
para uso de seus agentes. O que há de novidade nisto?
Qualquer boa agência de inteligência faz uso
de passaportes roubados ou forjados. Os ingleses são
especialistas nesse tipo de espionagem. Ora, nenhum país
que use passaportes falsos para fins de inteligência
tem qualquer autoridade moral para protestar contra o suposto
mau uso de passaportes por Israel. Os únicos que têm
o direito legítimo de reclamar são as pessoas
cujos passaportes foram mal usados sem seu conhecimento.
Parece-me que faz parte do protocolo dos ministérios
de relações exteriores mundo afora reclamar
publicamente quando outros países fazem o que eles
mesmos fazem secretamente. Afinal, a hipocrisia é a
homenagem que a falsidade presta à virtude. Isto me
lembra da famosa cena de Casablanca em que o oficial Renault
diz, estou chocado, completamente chocado de saber que aqui
se joga a dinheiro! O caixa então se aproxima de Renault
e lhe entrega um chumaço de dinheiro: Aqui está
o que o senhor ganhou.
Mas no caso presente a hipocrisia parece ainda mais gritante
que de hábito. Será porque é Israel o
suposto culpado, e o mundo se acostumou a usar dois pesos
e duas medidas ao condenar Israel?
Logo após os ataques terroristas de Bali, em que grande
número de turistas australianos foram mortos, eu tive
a oportunidade de me encontrar com o primeiro ministro da
Austrália. Eu estava escrevendo um livro sobre ataques
preventivos e lhe perguntei se ele autorizaria um ataque preventivo
contra o terrorista que tinha matado os turistas a ustralianos
se tal ataque salvasse a vida daqueles turistas. Sua resposta
foi que a Austrália faria qualquer coisa para evitar
aqueles ataques terroristas. Bem... qualquer coisa menos fraudar
passaportes, não é? Alguém acredita que
a Austrália jamais usaria passaportes forjados ou roubados
para evitar os massacres de Bali? Se a Grã-Bretanha
precisasse fraudar passaportes para impedir o ataque ao metrô
de Londres, será que o MI6 desistiria da operação
para não violar o uso correto de passaportes? É
óbvio que não. O mesmo vale para a Espanha e
os ataques em Madrid ou qualquer país que precise evitar
ataques terroristas. Assim, se o Mossad tiver de fato matado
al-Mabhouh, fê-lo para impedir a morte de seus civis
inocentes.
Os
israelenses são sempre acusados por seus inimigos,
e às vezes também por seus amigos, de agir desproporcionalment
e para impedir ataques terroristas. Mas o que pode ser mais
proporcional que um ataque cirúrgico, cuidadosamente
planejado, contra um terrorista confesso que se gaba abertamente
de suas ações? Opa! Parece que esqueci dos tais
passaportes. Bem, deve então ser esta a ação
desproporcional de que reclamam. De um lado salvar a vida
de inocentes, do outro lado fraudar passaportes. Segundo alguns
ministérios de relações exteriores por
aí, a mais correta e moral das soluções
é deixar as vítimas inocentes morrerem contanto
que morram somente israelenses.
É curioso e perturbador que Israel seja mais criticado
por supostamente usar passaportes roubados do que por supostamente
matar um terrorista. Só pode ser porque nenhum país
ocidental quer parecer simpático a um terrorista confesso.
As vítima s de fraude com passaportes são civis
inocentes, mas o prejuízo por eles sofrido é
mínimo se comparado aos ferimentos e mortes impedidos
pela mais do que merecida morte de Mahmoud al-Mabhouh.
Se a morte de um pequeno número de civis inocentes
é tida como proporcional ao assassinato de um terrorista
confesso, então certamente o desconforto de umas poucas
vítimas inocentes de fraude com passaporte também
o é. A grande indignação de alguns ministros
de relações exteriores com os passaportes roubados
é pior que hipócrita. Ela atenta frontalmente
contra a guerra ao terrorismo.
É preciso que as democracias ocidentais se dêem
conta do quão fácil é usar passaportes
forjados ou roubados. Dubai deveria sim investigar, mas o
foco da investigação deveria ser a facilidade
com que aqueles que usavam passaportes fraudados entraram
no país. Afinal, a fraude de passaportes é um
expediente dos mais comuns usado por terroristas para entrar
nos países ocidentais, a partir do que eles organizam
e perpetram ataques em todo o mundo. Há milhares de
passaportes britânicos forjados ou fraudados circulando
pelo mundo hoje, muitos dos quais nas mãos de terroristas.
Este deveria ser o foco de qualquer investigação,
e não o mau uso ocasional e controlado de passaportes
por agências de inteligência ocidentais no combate
ao terrorismo.
Quem quer que tenha entrado em Dubai usando passaportes falsos
fez o favor a este país de alertá-los para a
necessidade de um melhor controle de passaportes. Da próxima
vez pode ser um terrorista a tentar entrar no país.
Mas, só um instante! Não foi exatamente isto
que aconteceu quando al-Mabhouh passou pela segurança
usando um passaporte legítimo que continha o seu nome
verdadeiro? Parece que para entrar em Dubai não é
preciso fraudar passaportes se você é um terrorista.
Mas se quiser neutralizar terroristas, aí sim é
preciso valer-se de fraude de passaportes pelo menos este
é o caso se o terrorismo for contra Israel. Ao que
tudo indica, Dubai não se importa muito que terroristas
entrem no país com passaportes legítimos, mas
sim que agentes anti-terror entrem no país com passaportes
falsos. Que mundo!
*Alan Dershowitz É conhecido como o melhor advogado
criminal conhecido no mundo. Dershowitz, é graduado
da Brooklyn College e da Yale Law School. Publicou mais de
100 artigos em revistas e jornais como The New York Times
Magazine, The Washington Post, Wall Street Journal, The New
Republic, The Nation, Commentary, Saturday Review, The Harvard
Law Review e da Yale Law Journal, e mais de 300 de seus artigos
têm aparecido em syndication em 50 jornais diários
nacionais. Professor Dershowitz é o autor de 27 obras
de ficção e não-ficção,
com uma audiência mundial. Além de seus artigos
e numerosos livros sobre direito penal e constitucional, ele
escreveu, ensinou e dissertou sobre a história, f ilosofia,
psicologia, literatura, matemática, teologia, música,
esportes - e até delicatessens. Em 1983, a Liga Anti-Difamação
da B'nai B'rith lhe presenteou com o O. William Douglas Primeira
Emenda Award por sua "liderança compassiva e eloqüente
defesa persistente na luta pelos direitos civis e humanos".
Ao apresentar o prêmio, o Prêmio Nobel Elie Wiesel
disse: "Se tivesse havido algumas pessoas como Alan Dershowitz
durante os anos 1930 e 1940, a história dos judeus
europeus poderia ter sido diferente." Professor Dershowitz
foi honrado com o doutor honorário das leis da Yeshiva
University, do Hebrew Union College, Brooklyn College, Universidade
de Syracuse e Haifa University. The New York Bar Association
Criminal homenageou-o por sua "contribuição
excepcional como um estudioso e dedicado defensor dos direitos
humanos."
Fonte: “Noticias da Rua Judaica” edição
de 12/04/2010 por Osias Wurman

Ajuda para as vítimas da chuva no Rio de Janeiro

Devido a tragedia que se abateu no Estado do Rio de Janeiro,
o Hashomer Hatzair e o CCMA, colocaram o Beit Mordechai Anilevitch,
sua sede (Rua das Palmeiras,54 – Botafogo – Rio
de Janeiro), como centro de arrecadaçao de doaçao
de todos os tipos possiveis (roupa, colchonete, alimentos
nao pereciveis, agua mineral, fralda infantil e geriatrica,
etc ), que serao encaminhados as autoridades competentes do
nosso Estado. Contamos com o apoio e a solidariedade de todos
os que puderem ajudar.
Chazak Veematz
Mauro Lipman
Presidente do CCMA
Pletz 11/04/2010

A face criativa de Ruth Handler, filha de imigrantes judeus
poloneses e criadora da boneca mais famosa do mundo - a Barbie
- e fundadora da Mattel, uma das maiores indústrias
de brinquedos do século XX, é um dos atrativos
do livro “Barbie & Ruth”, de Robin Gerber,
que chegou ao Brasil pela Ediouro. A autora mostra os bastidores
da criação da boneca e a vida de uma mulher
que, por anos, comandou uma corporação gigante,
lutou contra um câncer de mama e, com a experiência
nessa doença, criou a prótese “Nearly
Me” para mulheres que passam por uma mastectomia.
Fonte: “Jornal Alef” edição 1.430
www.jornalalef.com.br
Ministro brasileiro presenteia Ahmadinejad com camisa
da seleção brasileira
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, recebeu
do ministro brasileiro do Comércio Exterior, Miguel
Jorge, uma camisa da seleção brasileira de futebol.
O ministro, que liderou um grupo de 80 empresários
brasileiros, concluiu ontem (dia 13 de abril) sua visita ao
Irã. Ahmadinejad agradeceu a missão empresarial
e garantiu que as oportunidades de cooperação
entre os dois países são "ilimitadas".
O iraniano também ganhou um livro sobre Pelé
(Fonte: blog do jornalista Carlos Humberto).

Israel para por dois minutos em memória das
vítimas do Holocausto
Os israelenses interromperam as atividades nesta segunda-feira
(dia 12 de abril) e as sirenes tocaram por dois minutos por
ocasião do “Dia do Holocausto” (Yom Hashoá),
que lembra o extermínio dos judeus pelos nazistas durante
a II Guerra Mundial. Em cerimônia no Memorial Yad Vashem
que contou com a participação das principais
autoridades políticas e religiosas do país,
o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, aproveitou
para denunciar, a atitude de indiferença da comunidade
internacional ante as ameaças do Irã contra
o Estado de Israel. "Os líderes do Irã
se apressam em desenvolver armas nucleares enquanto declaram
seu desejo de destruir Israel. Não há protestos
firmes, penas duras ou sequer um lamento. Não escutamos
as condenações que poderiam ser esperadas. O
mundo segue sua vida como se nada acontecesse, apesar do Irã
intensificar seus esforços para obter armas nucleares
e ameaçar apagar Israel do mapa. O mundo está
aceitando os apelos do Irã para a aniquilação
de Israel. Peço às nações iluminadas
que se levantem e condenem com firmeza as intenções
iranianas e que ajam para frear seu armamento nuclear",
afirmou.
Já o presidente de Israel, Shimon Peres, lembrou a
"perda irrevogável" que o Holocausto representou
para o mundo. "Temos o direito e o dever de exigir às
nações do mundo que não repitam a indiferença
que custou milhões de vidas", ressaltou. Ele também
falou sobre o Irã, destacando que a ONU deve prestar
atenção "às ameaças de extermínio
pronunciadas por um país-membro contra outro".
Peres alertou ainda que o mundo não pode permitir que
países "capazes de utilizar armas de destruição
em massa" tenham acesso a essas armas, porque transformaria
o mundo em um lugar "fora de controle". Após
os discursos, seis sobreviventes do Holocausto acenderam tochas
em lembrança de cada um dos milhões de judeus
assassinados pelos nazistas. O rabino-chefe de Israel, Yonah
Metzger, recitou salmos, enquanto o rabino-chefe de Rishon
LeZion, Shlomo Amar, pronunciou o "Kadish”.

Israel está sendo, uma vez mais, “vilanizado”
em boa parte da imprensa brasileira e mundial porque desfechou
aquela que está sendo considerada “a maior ofensiva
contra a Faixa de Gaza” desde a incursão de janeiro
de 2009, quando o país - atenção! - reagiu
aos milhares de foguetes disparados pelo Hamas. Ofensiva,
em sentido militar, é coisa diferente de reação.
“Ofensiva” é a que parte da Faixa de Gaza.
Israel está respondendo a um foguete disparado na semana
passada contra a cidade de Ashkelon. Desde o começo
do ano, já são 40. O Hamas, hipocritamente,
diz que não tem nada com isso e atribui as ações
a grupos ainda mais radicais. Trata-se, obviamente, de uma
mentira. Seus partidários não são, é
verdade, os únicos terroristas de Gaza. Mas não
se dispara um foguete por ali sem a sua concordância.
A vigarice que costuma pautar as análises sobre o Oriente
Médio vai dando certas mentiras escandalosas como verdades.
A mentira influente no momento reza que os foguetes são
uma reação dos palestinos à decisão
do governo israelense de construir apartamentos em Jerusalém
Oriental. É mesmo? E os foguetes de 2008? E os foguetes
de 2007? Sempre haverá um pretexto verossímil,
fácil e falso para as ações terroristas.
Imaginar que Israel ficará inerme aos ataques é
bobagem. Não vai ficar. Neste ponto do debate, uma
questão invariavelmente
é posta: “Mas a reação é
desproporcional!”
“Desproporcional a quê?” As ações
de agora, admitem-no o próprio Hamas, escolheram alvos
do movimento em Gaza, não foram lançadas ao
léu, contra civis, sem ver o que havia pela frente.
Isso é um pouco diferente dos foguetes palestinos,
que são lançados, caiam onde caírem.
Como Israel agiria “proporcionalmente”? Deveria
responder com um foguete a cada foguete de que é alvo?
Quantos seriam os mortos em Gaza nessa hipótese? O
problema é outro, leitor. Quando se fala em “reação
proporcional” de Israel, quer-se falar em “reação
nenhuma”. Até os defensores dessa tese se envergonham
um tanto porque não conseguem ter resposta para a questão
que eles mesmos propõem: “Mas, afinal, como deve
reagir um país atacado?” Se os terroristas palestinos
fossem mais “eficientes” para matar judeus, a
reação de Israel seria, então, “proporcional”?
Não! Eu não endosso a ampliação
de construções em Jerusalém Oriental.
Mas o que elas têm a ver com os foguetes “que
não são” do Hamas? Não fosse a
decisão errada do governo israelense, os terroristas
da Faixa de Gaza estariam apostando na paz?
Fonte: “Jornal Alef” edição 1.431
www.jornalalef.com.br

A Covardia De Um Mundo Hipócrita
Hoje em Israel, comemora-se o Dia de Lembrança As
Vitimas Do Holocausto e Dia Do Heroísmo. Fora de lá
não há nada a se comemorar ou se lembrar. Vivemos
em um mundo hipócrita que não aprendeu as lições
de setenta anos atrás. Somente lá as vítimas
são verdadeiramente honradas. No Sudão, Somália,
Nigéria e em outros lugares não há o
que se comemorar. Estas vidas nada valem. Como não
valem as vítimas de Sderot. O silêncio cruel
deste mundo hipócrita se torna sarcástico quando
se pensa que é o mesmo mundo que esperneia por meia
dúzia de passaportes falsificados supostamente utilizados
para se matar um terrorista. Será que Adorno teria
razão quando disse que a
humanidade morreu em Auschwitz?
Esta é uma análise escrita pelo editor-chefe
do De Olho Na Midia, Daniel Benjamin Barenbein, esperando
dar voz aqueles que não podem mais falar.
Dia De Lembrança Do Holocausto: O que diriam as vítimas
de ontem sobre nosso dias?
Nunca Mais. Frase batida. Dia e redita. Muitas vezes de coração.
Pelas vítimas e seus filhos. Seus descendentes. Na
maioria das vezes da boca para fora, por políticos
de um mundo que não está nem aí para
o que ela significa. Não temos mais Der Sturmer. Mas
quem precisa de jornaleco antissemita, quando a mídia
mundial se encarrega de espalhar os boatos sobre os judeus
e Israel? Onde vimos nos últimos anos ( e basta pegar
aqui nos arquivos do De Olho Na Mídia) textos revisionistas
do Holocausto, ou comparando a situação de Israel
atual no conflito com os palestinos com aquela de setenta
anos,
senão nos principais jornais do mundo?
Do que adianta palavras hipócritas ditas em sinagogas
por líderes de países em dias de lembrança,
se logo após estão dispostos a dar a mão
a líderes genocidas, tiranos, que escravizam e oprimem
minorias, negam o Holocausto, estão se preparando para
tentar
mais um novo?
As mentiras verdadeiras de quem se nega a depositar flores
no túmulo de um ideólogo fundador de um país,
mas dá todas as honras a um fundador de um partido
terrorista que manteve seu povo na miséria, abusou
da corrupção e tem as mãos manchadas
de sangue?
O que dizer da Europa, que não aprendeu a lição?
A Europa que vira e mexe vem com seus boicotes a produtos
e a acadêmicos de Israel, e que aplaude a "resistência"
de terroristas que usam suas crianças como escudos
humanos e bucha de canhão, que pregam o suicidio e
a martirização, que falam para quem quiser escutar
( e são poucos os dispostos a reconhecer isso) que
seu alvo são os judeus do mundo todo? A Europa que
discrimina judeus que se defendem e aplaude aqueles que os
agridem. O que
mudou? Nada!
O mundo se calou por oito anos quando foguetes choviam nas
escolas de Sderot. Quando crianças não podiam
ter aulas. Quando bunkers se tornaram praças públicas.
Mas e daí? Qual a novidade disso? O mundo não
se calou quando quase duas milhões de crianças
morreram nos campos da morte na Polônia?
Cadê a imprensa para falar da perseguição
aos cristãos em países árabes? Para apontar
a falta de direitos humanos em Cuba? Na Coréia do Norte?
O tráfico de escravas brancas e de crianças
na Arábia Saudita? A falta de imprensa livre, a perseguição
aos bahais, aos
homossexuais no Irã?
O problema é Israel. É sempre Israel. Porque
de fato seria melhor para o subconsciente coletivo mundial
que o país não existisse. O silêncio do
mundo na segunda guerra mundial provou que para uma grande
parte da humanidade melhor seria mesmo se Hitler tivesse conseguido
fazer o que muitos ocultamente queriam: acabar com o
"problema judaico" ali.
Por isso incomoda. Por isso, Israel e seu exército
são os únicos verdadeiros e honrados tributos
as vítimas da perseguição. Porque é
o país que transformou a estrela amarela usada na vergonha
em uma questão de orgulho, em uma estrela de David
azul vibrante e viva em sua bandeira.
Porque Israel se importa. Porque desde sua fundação
o país se preocupa com vítimas de outros genocídios
do mundo (aquelas dos "nunca mais" que estão
por ai). Recebendo refugiados. Os abrigando. Porque Israel
não se esquece dos sofrimentos de outros seres humanos.
Faz parte do "DNA judaico" ( antes que os racistas
digam algo, é forma de se expressar) não fechar
os olhos a outras vítimas de todo tipo de tragédias
do mundo. Sejam vítimas de perseguição,
de acidentes naturais, da fome, do frio....foram em pouco
mais de 60 anos de existência, mais de 4 mil ações
de ajuda humanitária. Inclusive a
países de maioria muçulmana.
Mas isto não é notícia porque não
combina com a imagem de monstro a ser pintada de Israel. Como
as evoluções de medicina e tecnológica
do país em prol da humanidade também são
varridas para debaixo do tapete.
Adorno errou. A humanidade esta sendo reconstruída
depois de Auschwitz. Mas somente por aqueles que aprenderam
as lições desta. Eles dão o exemplo.
Ao contrário da podridão que assola veículos
de mídia, governos, instituições mundiais,
ONGS, grupamentos de esquerda, para os quais por exemplo,
a sanha assassina que rola solta no Sudão, com a morte
de mais de 500 mil pessoas, estupros coletivos e públicos,
valas comuns e a expulsão de dois milhões de
pessoas nada significa. Quem se calou com judeus ontem, pode
se calar com negros hoje. Com homossexuais no Irã e
países árabes, com os direitos das mulheres,
destruição de Igrejas, etc.... O que for....
No dia de lembrança as vítimas do Holocausto
e dia do Heroísmo, um pequeno tributo de verdade a
todas as vítimas da intolerância ao redor do
planeta, ontem e hoje. E que aqueles que de alguma maneira
contribuem para que estes vírus continuem a se espalhar
pelo nosso planeta, pelo menos respeitem este dia e se calem.
Nós, os verdadeiros combatentes da praga do preconceito,
seja na mídia ou fora dela, agradecemos. Hoje não
é dia para política. Hoje não é
dia para hipocrisia. Hoje não é dia para frases
feitas.
Hoje é dia para respeito e consternação.
In Memoriam...

Fonte “De Olho na Mídia” de 12/04/2010

Equipamento israelense analisa presença de bactérias
nos alimentos
A tecnologia do “FoodScan 3000”, equipamento desenvolvido
pela empresa israelense MS Tech, permite identificar a presença
de bactérias ou a contaminação nos alimentos
antes que os sentidos humanos possam denunciá-las.
De acordo com a fabricante, o aparelho portátil detecta,
em apenas três segundos, os agentes contaminantes mais
comuns dos alimentos, como Salmonella, E. coli, Listeria e
outros. Ele pode ser combinado a sistemas de GSP ou Wi-Fi
para informar sobre a presença de eventuais contaminações
à uma base de dados central. Com um banco de dados
expansível sobre ameaças de contaminação
e suporte para várias línguas, o equipamento
pesa 800 gramas e vem com uma bateria de 4 horas. O “FoodScan”
não utiliza nenhum tipo de sustância radioativa
ou química para fazer a análise dos alimentos,
apenas o odor. Pode ser usado em hospitais, escolas, restaurantes
e até por consumidores finais. Não depende de
análises laboratoriais, geralmente caras e demoradas.

Pesquisadores nucleares europeus disseram que as misteriosas
porções de urânio encontradas ano passado
em um ferro-velho holandês originaram-se do programa
alemão de armas atômicas na década de
1940. O cubo de metal, de acordo com os especialistas, foi
produzido em 1943 para o programa nuclear alemão e
foi usado no laboratório do cientista Werner Heisenberg.
O programa nuclear alemão nunca chegou perto de desenvolver
uma bomba atômica. Os alemães foram prejudicados
por terem expulsado muitos de seus melhores físicos
em sua política antissemita, bem como mandaram muitos
outros cientistas para o Exército, onde lutaram como
soldados regulares. Não satisfeita com isso, a liderança
nazista também escolheu brigar com os poucos gênios
que restaram. Em certo ponto, o SS-Reichsführer Himmler
sugeriu que Heisenberg fosse tratado como um “judeu
branco”, com presumíveis conseqüências
fatais. Após a guerra, Heisenberg disse que ele e seus
colegas sempre foram céticos sobre o potencial da fissão
atômica como um explosivo. Mais ainda, eles foram cuidadosos
em não ressaltar esse aspecto da pesquisa aos seus
superiores nazistas, por razões de seu interesse. “Nós
definitivamente não queríamos entrar nesse negócio
de bombas”, disse Heisenberg. “Não gostaria
de idealizar isso; fizemos isso também por nossa segurança
pessoal. Achávamos que a probabilidade de nossa pesquisa
resultar em bombas atômicas durante a guerra era quase
zero”.

A empresa israelense Else anunciou que irá lançar
um smartphone revolucionário em meados de 2010. O aparelho
se chamará "Firt Else" e vem com a promessa
de desbancar o iPhone. Segundo a Else, o celular irá
executar todas funções do que o usuário
desejar com alta performance. A câmera terá todas
as funções de uma câmera digital de alta
definição e o aparelho será capaz de
executar vídeos em alta definição. O
"First Else" também terá um desing
arrojado e tecnologia "Splay", que torna o controle
das funções mais simples. A bateria do aparelho
terá capacidade 50% superior aos smartphones do mercado.

O Brasil é o único país, na America do
Sul, a possuir o “Exablate”, equipamento israelense
de alta tecnologia no tratamento não invasivo de miomas.
O sistema usa ultrassom focalizado combinado com ressonância
magnética, o que permite a remoção do
mioma sem cirurgia ou corte. E o responsável em indicar
o tratamento via ExaBlate no Brasil é Michel Zelaquett,
ginecologista especialista em miomas e único médico
com experiência na utilização do equipamento.
O sistema está disponível na Rede D´Or,
no Rio de Janeiro.
Para saber mais http://www.portaldomioma.com
Fonte: “Jornal Alef” edição 1.432
www.jornalalef.com.br
Empresa israelense é a fornecedora de tecnologia
para Projeto Natal da Microsoft
PrimeSense criada em 2005 fornece o processador e licencia
o sistema de referência do sensor do controle por movimento.
Uma startup israelense saiu de trás da cortina e revelou-se
como o fornecedora de tecnologia para o Projeto Natal da Microsoft,
o sistema de controle de movimento do Xbox 360. A PrimeSense,
uma empresa de design de chips com sede em Tel Aviv, forneceu
a tecnologia do sensor 3D usado no controle que deixará
os jogadores controlarem um avatar na tela por meio de movimentos
do corpo, tais como chute, socos ou salto. Segundo a Microsoft,
o controle estará à venda até o final
de 2010.
Diferentemente do Nintendo Wii, o Project Natal não
exige que os jogadores utilizem um controle para jogar. Em
vez disso, usa uma pequena câmera 3D e uma tecnologia
semelhante à do infravermelho para criar uma imagem
3D do jogador e dos objetos ao redor dele para, em seguida,
detectar os movimentos do gamer dentro desta cena. "Nós
estamos vendendo o chip para cada sistema Natal e também
licenciamos o design de referência para o sensor 3D
como um todo", disse o CEO da PrimeSense, Inon Beracha,
em entrevista por telefone. Ele se recusou a dar mais detalhes
sobre o relacionamento entre as empresas e um comunicado conjunto
das companhias trouxe bem pouca informação adicional.
Parece provável, no entanto, que a Microsoft exija
direitos exclusivos para usar a tecnologia PrimeSense em sistemas
de jogo, pelo menos por um tempo limitado, para dar-lhe uma
vantagem sobre outros fabricantes de console. De acordo com
o diretor de pesquisa do Envisioneering Group, Richard Doherty,
acordos dessa natureza tendem a ser exclusivo por meses, às
vezes anos.
Isso não significa que a tecnologia de controle de
movimento da PrimeSense não pode ser utilizada em outros
produtos não relacionado a jogos. Beracha diz que a
empresa trabalha com fabricantes de televisores, set-top boxes
e "PCs para sala de estar", e que os produtos com
a tecnologia devem surgir a partir do final de 2010. A PrimeSense
mostrou sua tecnologia por trás de portas fechadas
na Consumer Electronics Show, em Las Vegas em janeiro.
Mesmo que o acordo exija exclusividade, isso não significa
que a Nintendo e a Sony não tenham opções.
Existem diversos vendedores que poderiam, por meio de parcerias,
desenvolver tecnologias similares, incluindo a californiana
Canesta.
Além disso, fabricantes de consoles também
têm trabalhado em tecnologia próprias. O controlador
da Sony, por exemplo, usa a câmera PlayStation Eye do
console para rastrear os movimentos. "Eu não descartaria
a possibilidade da Sony muito em breve ser capaz de fazer
muito, ou tudo, do que o Natal da Microsoft pode fazer",
disse Doherty.
Mas algumas questões permacem sem resposta, lemboru
Doherty, incluindo quantos jogadores serão capazes
de usar o Natal simultaneamente e a data efetiva de seu lançamento.
Um porta-voz da Microsoft reiterou que o Project Natal chefa
até o final do ano e se recusou a comentar os termos
do acordo com a PrimeSense.
A PrimeSense foi fundada em 2005 e tem 92 funcionários,
a maioria engenheiros e já anunciou planos expandir
para 120 colaboradores até o final do ano.
FONTE: PCWORLD

Aparelho detecta câncer de pulmão a partir
da respiração
As vítimas de câncer de pulmão poderão
contar, em breve, com uma forma mais rápida e barata
de diagnosticar a doença. Pesquisadores israelenses
desenvolveram uma espécie de “bafômetro”
capaz de detectar tumores no órgão, inclusive
em estágio inicial. A expectativa é que o aparelho
ajude a salvar mais vidas por meio da identificação
precoce do câncer.
A nova ferramenta de diagnóstico, apresentada esta
semana na revista Nature Nanotechnology, detecta, a partir
da respiração, altas concentrações
de certos compostos orgânicos considerados biomarcadores
do câncer de pulmão. Em pessoas saudáveis,
a concentração desses compostos é de
uma a 20 partes por bilhão (ppb). Já em doentes,
as taxas atingem de dez a 100 ppb.
O “bafômetro” desenvolvido pelo grupo contém
uma espécie de tela com sensores feitos de nanopartículas
de ouro. Quando o ar expirado pelo paciente bate nos sensores,
sinais elétricos são emitidos para um computador
que monitora o sistema. Como cada biomarcador tem um efeito
específico sobre os sensores, é possível
distingui-los pela intensidade dos sinais. Assim, o médico
pode checar rapidamente se há ou não células
cancerosas no pulmão do paciente.
Para testar a eficácia do aparelho, os pesquisadores
contaram com a ajuda de 96 voluntários, com idades
entre 28 e 60 anos. Desse total, 56 eram pessoas saudáveis
e 40 eram pacientes diagnosticados com câncer de pulmão
por meio de métodos tradicionais – broncoscopia,
tomografia computadorizada e punção pulmonar.
Exame rápido e não invasivo
Os testes mostraram que o aparelho é uma ferramenta
eficiente para o diagnóstico rápido e não
invasivo do câncer de pulmão. Um dos autores
do estudo, o engenheiro químico Hossam Haick, do Instituto
de Tecnologia de Israel, declarou ao jornal inglês Telegraph.co.uk
que os resultados do exame poderiam ser obtidos em apenas
dois ou três minutos. Além disso, os pesquisadores
acreditam que os custos de produção do aparelho
serão baixos.
O grupo israelense prevê que os sensores de ouro, depois
de aperfeiçoados, poderão servir para diagnosticar
outros problemas, como falência renal e câncer
de cólon.
Entretanto, ainda são necessários testes clínicos
para comprovar de fato a eficiência da tecnologia no
diagnóstico dessas doenças.
Haick espera que no futuro o aparelho seja usado nos hospitais
como exame de rotina para todos os tipos de câncer.
Isso permitiria a identificação precoce da doença
e aumentaria as possibilidades de tratamento eficaz. “Os
aparelhos desenvolvidos devem ser relativamente baratos, portáteis
e acessíveis para uso difundido em triagem, o que os
torna potencialmente valiosos no salvamento de milhões
de vidas todo ano”, dizem os pesquisadores no artigo.
Fonte: Ciência Hoje
Fonte: Câmara Brasil Israel de Comércio e Indústria
de edição 16/04/2010

EDIÇÃO EXTRA DA RUA JUDAICA
Texto Completo da Carta de Ronald S. Lauder, Presidente
do World Jewish Congress, para o Presidente Obama
15 de abril de 2010
Caro Presidente Obama:
Eu escrevo hoje como um americano orgulhoso e como um judeu
orgulhoso.
Judeus de todo o mundo estão preocupados. Estamos preocupados
com as ambições nucleares do regime iraniano
que se gaba das suas intenções genocidas contra
Israel. Estamos preocupados porque o Estado Judeu está
sendo isolado e deslegitimado.
Senhor Presidente, estamos preocupados com a dramática
deterioração das relações diplomáticas
entre os Estados Unidos e Israel.
A burocracia israelense sobre habitações emitiu
um anúncio inoportuno e o seu governo o estigmatizou
como sendo um "insulto". Esta discrepância
diplomática era em relação a uma etapa,
que é a quarta de um processo de sete etapas de planejamento
para uma futura permissão para a construção
de resid&ecir c;ncias em uma área judaica de Jerusalém
a qual, em qualquer acordo de paz continuaria
a ser parte integrante de Israel.
Nossa preocupação aumenta ao nível de
alarme quando consideramos algumas questões preocupantes.
Por que a ênfase da retórica da Administração
para o Oriente Médio parece culpar Israel pela falta
de progresso nas conversações de paz? Pois são
os palestinos e não Israel, que se recusam a negociar.
Israel já fez concessões sem precedentes. Colocou
em vigor a maior e mais ampla moratória sobre assentamentos
em relação à Cisjordânia da história
de Israel.
Israel já declarou publicamente o seu apoio para uma
solução de dois Estados. Por outro lado muitos
palestinos continuam a recusar até mesmo o direito
da existência
do Estado de Israel.
A causa básica do conflito tem sido sempre a recusa
dos palestinos em aceitar Israel como a nação
do povo judeu. Todo presidente americano que tentou mediar
um acordo de paz colidiu, mais cedo ou mais tarde com a intransigência
palestina. Lembre-se da angústia do presidente Clinton
quando as suas propostas de paz foram rudemente rejeitadas
pelos palestinos em 2000. Portanto os assentamentos
não são a questão principal.
E ainda agora continuam a não ser a questão
principal.
Outra questão importante é esta: qual é
posição da Administração em relação
às fronteiras para um acordo final? A ambiguidade sobre
este assunto tem provocado uma onda de boatos e de ansiedade.
Poderia ser verdade que a América já não
está comprometida para um acordo sobre um estatuto
final que assegure fronteiras defensáveis para Israel?
Seria um novo rumo sendo traçado o qual deixaria Israel
com fronteiras indefensáveis, que eram um convite para
invasões antes de 1967?
Existem pressões significativas do lado palestino para
que utilize essas fronteiras indefensáveis como a base
para uma futura declaração unilateral de independência.
Como responderia os Estados Unidos a tal curso de ação
imprudente?
E quais são as ambições estratégicas
dos Estados Unidos num aspecto mais amplo no Oriente Médio?
O desejo para melhorar as relações com o mundo
muçulmano pela Administração é
bem conhecido, mas o atrito com Israel é parte desta
nova estratégia? O agravamento das relações
com Israel poderia melhorar as relações com
os muçulmanos? A História é clara sobre
o assunto: o apaziguamento não funciona . Pode alcançar
o oposto do que se propõe.
E sobre o personagem mais perigoso na região? Não
deveria os Estados Unidos permanecer focado na maior ameaça
que o mundo enfrenta atualmente? È a ameaça
de um Irã com armas nucleares. Israel é o principal
aliado da América no Oriente Médio, e é
um dos mais comprometidos com esta Administração
com o propósito de assegurar que o Irã não
consiga armas nucleares.
Senhor Presidente, nós entendemos a sua sinceridade
na sua busca para uma paz duradoura. Mas nós recomendamos
com insistência para que leve em consideração
as preocupações expressas acima. O nosso grande
país e o pequenino Estado de Israel têm em comum
os valores fundamentais da liberdade e da democ racia. É
um vínculo muito estimado pelo povo judeu. Neste espírito,
a meu ver, mui respeitosamente, apresento que é hora
de acabar com a nossa animosidade pública com Israel
e para enfrentarmos juntos os verdadeiros desafios que estão
a nossa frente.
Atenciosamente,
Ronald S.Lauder
Presidente
Congresso Judaico Mundial
Fonte: “Noticias da Rua Judaica” edição
extra de 16/04/2010 por Osias Wurman

CONDENAÇÃO PELA PRÁTICA DO ANTI-SEMITISMO
ATRAVÉS DA COMERCIALIZAÇÃO DE LIVROS
PELA INTERNET
Em decorrência de Siegfried Ellwanger ter editado,
publicado e comercializado livros com conteúdo anti-semita
foram promovidos dois processos crimes contra ele, ambos no
âmbito da Justiça Estadual do Rio Grande do Sul,
resultando em sua condenação, inclusive, já
com trânsito em julgado das respectivas sentenças.
Em que pesem as decisões já terem transitado
em julgado, Ellwanger, objetivando burlar a lei que define
como crime o anti-semitismo praticado através de publicações
de qualquer natureza, passou a comercializar os livros por
ele editados e publicados através da internet com site
em países estrangeiros. Em razão deste fato,
no ano de 2004, como procurador da Federação
Israelita do RGS, enviamos e-mail, para o Ministério
Público Federal, protocolando notícia-crime,
dando conta de que Ellwanger estava a comercializar os livros
com conteúdo anti-semita, inclusive os já proibidos
por decisão judicial.
No mesmo ano, o Ex-Ministro do STJ, Waldemar Zveiter, coincidentemente,
protocolou na Procuradoria Geral da República, uma
notícia-crime denunciando os mesmos fatos, sendo que
em razão do domicílio de Ellwanger ser Porto
Alegre, o Procurador Geral de Justiça declinou a competência
para esta cidade, para que o pedido do Ex-Ministro Waldemar
fosse aqui julgado.
No dia 22 de novembro de 2007 o Ministério Público
Federal no Rio Grande do Sul ofereceu denúncia contra
Ellwanger, fundamentando nos fatos noticiados nas duas notícias-crime,
em processo que passou a tramitar pelo Juízo da 2ª
Vara Federal Criminal de Porto Alegre.
Após Ellwanger ser interrogado no processo que lhe
é movido, por solicitação do Ministério
Público foram ouvidos em audiência os subscritores
na notícia-crime, Helio Neumann Sant'Anna, em Porto
Alegre e Waldemar Zveiter, no Rio de Janeiro.
Ao final da instrução do processo judicial e
após a apresentação das alegações
finais pelo Ministério Público e pela Defensoria
Pública em nome do acusado, o Juiz Dr. Ricardo Humberto
Silva Borne, no mês de março do corrente ano,
lançou longa e bem fundamentada sentença condenando
Ellwanger a quatro anos e um mês de reclusão,
além do pagamento de multa no equivalente 20 dias-multa
pela prática reiterada do crime de anti-semitismo,
praticado através da internet.
A sentença ainda não é uma decisão
definitiva, pois depende de apreciação em segunda
grau de Justiça.
Ellwanger poderá recorrer da sentença em liberdade,
porém, tornada definitiva sua condenação,
esta deverá ser cumprida em regime fechado.
Diz mais ainda o Juiz, que por Ellwanger ser reincidente e
por representar a pena privativa de liberdade superior a 4
anos, não há como o réu beneficiar-se
das disposições relativas ao sursis etário,
mesmo estando debilitado em sua saúde.
O fato relevante desta sentença é que pela primeira
vez, no âmbito da Justiça Brasileira, estamos
assistindo a uma condenação pela prática
do anti-semitismo através comercialização
pela internet, de livros com conteúdo anti-semita.
Helio Neumann Sant'Anna.
helions@pro.via-rs.com.br
Ellwanger já foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal
- STF pela autoria e comercialização de livros
antissemitas, em um caso emblemático na jurisprudência
brasileira, que considerou o antissemitismo crime de racismo.
O Dr. Maurício Correa, presidente do STF na época
da condenação de Ellwanger, foi mais tarde agraciado
com a Medalha de Direitos Humanos da B'nai B'rith do Brasil,
entidade judaica de Direitos Humanos. Dr. Hélio Neumann
Sant'Anna é membro da B`nai B'rith do Rio Grande do
Sul.
Edição : Lia Bergmann - Assessora de Direitos
Humanos e Comunicações da B'nai B'rith do Brasil
Fonte: Informativo Bnai-brith de 18/04/2010

Israel, 62 anos
Esta semana, Israel completou 62 anos. Vamos relembrar algumas
das principais inivações que este jovem país
já trouxe para o mundo.
- ISRAEL produz a maior quantidade de artigos científicos
per capita do mundo e possui uma das maiores taxas de registro
de patente per capita. Sua população possui
o maior percentual de diplomas universitários do mundo.
- O telefone celular foi desenvolvido em ISRAEL, no laboratório
da Motorola. A tecnologia do Pentium MMX foi desenvolvida
no laboratório israelense da Intel. Cientistas israelenses
desenvolveram a primeira câmera de vídeo engolível,
tão pequena que pode caber até dentro de um
comprimido. Ela permite filmar o aparelho digestivo e prevenir
diversos tipos de câncer.
- Pesquisadores em ISRAEL criaram um mecanismo que ajuda
o coração a bombear sangue, usando um avançado
sistema de sensores e aumentando a chance de sobrevivência
em pessoas com problemas cardíacos.
- Devido à séria falta de água, engenheiros
agrônomos de ISRAEL criaram um revolucionário
sistema de irrigação gota a gota que hoje é
usado em regiões áridas do mundo todo, inclusive
no nordeste do BRASIL.
- No início do século XX, ISRAEL era predominantemente
desértica, hoje é o único País
que terminou o século XX com mais árvores do
que o iniciou.
- Em ISRAEL, todos os cidadãos tem direitos iguais
perante a lei. Seu parlamento é composto por membros
de diversos grupos étnicos, incluindo árabes,
drusos e judeus. A Suprema Corte do país é composta
por membros judeus e árabes. É o único
País do Oriente Médio em que homens e mulheres
têm direitos iguais perante a lei. É a única
democracia do Oriente Médio. Lá o Chefe de governo
é escolhido através de eleições
livres com disputa real entre partidos políticos.
Parabéns Israel,

PM ganha novos "olhos" contra o crime
Aparelho Israelense permite enxergar pessoas e objetos através
de paredes de até meio metro de espessura. Equipamento
será útil em casos de sequestro.
O grupo de elite Polícia Militar de São Paulo,
que usou um copo americano na parede para tentar ouvir a movimentação
do sequestrador no caso Eloá, em 2008, deve receber
modernos equipamentos israelenses que permitem enxergar pessoas
e objetos em 3D através de paredes e muros de concreto
com até meio metro de espessura.
Os dois aparelhos Xaver 800 custam, cada um, entre US$ 30
mil e US$ 200 mil. Devem estar disponíveis até
o final do ano. Tudo depende de uma licitação
internacional, da liberação de recursos e trâmites
legais para viabilizar a importação dos equipamentos.
Policiais do Grupo de Ações Táticas Especiais
da PM (Gate) devem ser treinados para o uso dos aparelhos.
Os aparelhos permitem uma análise tridimensional através
de paredes de até 50 centímetros de espessura.
Em um monitor operado pela equipe tática, pode-se identificar
seres vivos, por meio de imagens gráficas especializadas
e coloridas, com tamanho e volume, postura física e
movimentos. Vítimas fatais são identificadas
pelo sistema Xaver como objetos inanimados dentro do recinto
observado.
"Não é um equipamento barato, mas o investimento
vale a pena", disse o presidente do Conselho Nacional
dos Comandantes Gerais das Polícias Militares e dos
Corpos de Bombeiros Militares do Brasil, Álvaro Camilo.
O Xaver deve ser usado quando for necessária a intervenção
tática e em ambientes internos e confinados sem a possibilidade
de visão externa.
Copo – Em outubro de 2008, durante o sequestro e morte
da garota Eloá Pimentel, crime que comoveu o País,
a maior dificuldade do Gate era saber em quais cômodos
do apartamento estavam as vítimas e o sequestrador.
A polícia alegava não dispor de aparelhos que
permitissem saber como as pessoas estavam no imóvel
e que o único recurso que dispunha para saber sobre
a movimentação era tentar ouvir através
de um copo americano de vidro.
Dentro do apartamento, Lindemberg Alves mantinha a ex-namorada
Eloá e a amiga dela, Nayara Rodrigues, reféns.
A polícia não conseguia monitorar os passos
do sequestrador no interior do imóvel.
Depois de cem horas de negociações com o Lindemberg,
policiais do Gate invadiram o imóvel com a justificativa
de que o sequestrador tinha atirado nas vítimas. Uma
barreira dificultou a entrada dos policiais no imóvel.
Eloá levou um tiro na cabeça e morreu horas
depois. Nayara foi atingida no rosto e sobreviveu. Ela negou
que o criminoso tenha disparado após a invasão
da PM.
Radar –O Xaver 800 é um radar de microondas
que penetra nas paredes e fornece imagens 3D em alta resolução
capaz de identificar pessoas e objetos parados ou em movimento
e do que contém no espaço analisado. O sistema
pode penetrar parede de tijolo, argila, blocos de concreto,
dry wall, madeira, pedra, vidro, tetos e assoalhos.
O aparelho é portátil, pesa 15 quilos e pode
ser carregado em uma mochila. Deve ser posicionado a 8 metros
da parede através da qual se quer ver. Quanto mais
perto estiver da parede, mais limpas são as imagens
e menos interferências elas recebem. O operador também
pode coordenar o aparelho a 30 metros de distância,
por meio de um cabo. As imagens são visualizadas em
15 segundos. A produção do Xaver 800 começou
em 2007. O aparelho está no uso e sob a avaliação
das Forças Armadas de diversos países e agências
policiais, como Israel e Estados Unidos.
Fonte: Diário do Comércio
Fonte: Câmara Brasil Israel de Comércio e Indústria
de edição 23/04/2010
Equipamento israelense age contra a extorção
pelo telefone
A tentativa de extorsão pelo telefone sofrida domingo
(dia 25 de abril) pelo vice-presidente da República,
José Alencar, quando estava em sua residência,
em Ipanema reforçou o alerta sobre este tipo de golpe.
Porém, durante a feira de material bélico e
tecnologia de segurança Latin America Aviation &
Defense (Laade), realizada em abril do ano passado no Riocentro,
um equipamento israelense ganhou destaque como uma moderna
arma, simples e eficaz, contra este crime: um sistema de rastreamento,
interceptação, bloqueio e interferência
em telefones celulares capaz de garantir vantagem em inúmeras
situações. Na oportunidade, Paul Porat, gerente
de marketing e vendas da Elta Systems – subsidiária
do grupo Israel Aerospace Industries (IAI), assegurou que
o sistema poderia revolucionar as operações
de segurança, sobretudo em ambientes conflagrados,
como as favelas do Rio. Permitiria que as equipes que fossem
entrar em uma determinada comunidade pudessem bloquear todos
os celulares em um raio de até 15 quilômetros.
A diferença de outros modelos está no fato de
que o aparelho pode selecionar números que continuarão
abertos. No caso das extorsões feitas a partir de presídios,
o invento deixaria liberados os telefones usados por vigilantes
e diretores, impedindo apenas bandidos de fazerem ligações
das celas em que se encontram.

Cientistas israelenses criam sapato que pode ajudar
deficientes a voltar a andar
Abrar nasceu com paralisia cerebral e só anda com
a ajuda de muletas. Três vezes por semana, ela frequenta
um centro de reabilitação em Jerusalém
Oriental. Graças a um convênio entre uma empresa
israelense de tecnologia e a Autoridade Palestina, a menina
de 11 anos está reaprendendo a andar sem apoio. Ela
é uma das primeiras pacientes a usar o “re-step”,
um sapato que parece uma mistura de tênis e chuteira.
Mas o que seriam as travas são pequenos sensores que
podem ser programados por computador para executar vários
movimentos. Depois de algumas sessões, Abrar já
consegue se equilibrar e dar alguns passos sozinha. O resultado
é analisado pelos terapeutas para avaliar a evolução,
mas é o agradecimento da mãe que mostra que
o tratamento de Abrar está no caminho certo.
O cérebro comanda os movimentos, isso a gente aprende
desde cedo. Mas quando a parte da coordenação
motora está danificada, as pessoas têm dificuldades
para andar. O sapato inverte esse comando. Ele ajuda as pernas
a dizerem ao cérebro o que fazer durante uma caminhada.
A diretora científica da empresa, Simona Bar-Haim,
explica que os sensores são programados para reeducar
e fazer com que o cérebro reproduza o mecanismo de
andar normalmente. Eles simulam passos na areia, na grama
e até sobre pedras, sem seguir um padrão. Assim,
surpreendido a cada passo, o cérebro tem de tomar decisões
instantaneamente e resolver os problemas. A cientista afirma
que esta é a melhor maneira de reabilitar a área
do controle motor que está danificada.
Quarenta minutos por dia, durante três meses, podem
ajudar não só crianças, mas pessoas idosas,
como Ney’La. Aos 63 anos, ela tem paralisia na metade
esquerda do corpo, sequela de um derrame cerebral. Estreando
os sapatos, Ney’La logo alerta que pela primeira vez
em muito tempo consegue levantar a perna esquerda a cada passo,
em vez de arrastá-la. Os cientistas pretendem vender
o sapato a clínicas de reabilitação e
a consumidores a partir do ano que vem. Até lá,
quem sabe, Abrar já terá se despedido da incômoda
muleta. Os pacientes vão ter de usar os sapatos até
que o cérebro reaprenda a comandar os movimentos das
pernas. A ideia é que, no fim do tratamento, eles consigam
a reabilitação total – ou seja, deixem
de usar as muletas definitivamente.
Estudante israelense utiliza tomates para acender
lâmpada
Os benefício do tomate para a saúde são
bem conhecidos, mas ninguém nunca tinha pensando que
o fruto pudesse servir para iluminar um quarto. A ideia surgiu
há quatro meses do estudante de desenho industrial
israelense Sigal Shapiro, que criou a original lâmpada-tomate,
que, em poucas semanas, teve grande repercussão em
sites de design ecológico.
O método é bem simples: uma dúzia de
tomates serve de bateria para uma lâmpada de pequenas
dimensões coberta em ouro com o objetivo de alcançar
a condução necessária.
A lâmpada, que foi apresentada na feira de desenho que
aconteceu em Milão neste mês, recolhe a energia
dos tomates aos quais são introduzidos zinco e cobre,
que geram uma reação química proporcionada
pela acidez dos frutos.
Após a utilização como bateria, os tomates
não podem ser consumidos
(Foto: Reprodução/Inhabitat)
Seu autor faz parte de um projeto chamado d-Vision, com sede
na cidade israelense de Herzeliya, ao norte de Tel Aviv, que
promove bolsas de estudos e pós-graduações
em desenho industrial.
"Não se trata de alta tecnologia, nos baseamos
nos testes que todo aluno do ensino médio realiza no
laboratório de física do colégio e que
consiste em transformar uma fruta em bateria", disse
Ezri Tarazi, chefe do programa d-Vision para jovens talentos
do desenho industrial em Israel, antes de explicar que limões
ou batatas também poder ser utilizados.
O responsável afirma que o nome do desenho, "Still
Light", faz referência à expressão
em inglês "Still Life", que significa "Natureza
Morta".
"Capturamos a vida de algo que vai morrer, e, neste
caso, capturamos a energia de algo perecível, pois
o tomate apodrece e deixa de servir no prazo de duas semanas",
disse.
Após a utilização do tomate como fonte
de energia, ele não pode ser consumido, já que,
segundo os criadores da lâmpada, o fruto perde suas
propriedades ácidas.
Os criadores destacam que, por enquanto, a peça desperta
interesse apenas em colecionadores e em alguns museus, e que
não pretendem impulsionar sua produção
para uso doméstico.
Fonte: Câmara Brasil Israel de Comércio e Indústria
de edição 94 de 29/04/2010

Mensagem por ocasião do 62º aniversário
de Israel
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel
O
Dia da Independência de Israel celebra um duplo milagre
na vida do povo judeu. O primeiro milagre é a restauração
da soberania judaica. Não conheço outro exemplo
na história das nações em que um povo
disperso, praticamente deixado à morte, foi capaz de
reafirmar a sua vida nacional. O segundo milagre é
o que temos feito desde a criação do Estado
judeu. Israel está se tornando rapidamente uma potência
econômica regional e uma das principais potências
do mundo tecnológico. Todo o poder da criatividade
e da genialidade do povo judeu está brotando nas mais
diversas áreas: na ciência, na tecnologia, na
medicina, nas artes. Esta incrível manifestação
de criatividade promete um grande futuro para o povo judeu
e para toda a humanidade. Este duplo milagre é um testemunho
da força de vida do povo judeu. É um testamento
aos sentimentos profundos de esperança que levamos
dentro de nós e para a conexão profunda que
temos tanto com o nosso passado como com o nosso futuro. Os
dois milagres que já ocorreram estão apenas
no início. Se todos nós ficarmos juntos, se
continuamos comprometidos com o nosso destino comum, não
há nada que não possamos alcançar. Chag
Sameach!
Fonte: “Jornal Alef” edição 1.434
www.jornalalef.com.br

Estudo israelense: sonho é importante para a memória
Um novo estudo coordenado por pesquisadores do Beth Israel
Deaconess Medical Center indica que os sonhos podem ser a
forma que o cérebro adormecido tem de dizer que está
ocupado em pleno trabalho de consolidação da
memória. A pesquisa foi publicada na edição
on-line da revista Current Biology. De acordo com Robert Stickgold,
um dos autores do estudo, os sonhos são a maneira de
o cérebro processar, integrar e realmente compreender
novas informações. Os resultados indicam que
não apenas o sono é necessário para consolidar
as informações, mas que os sonhos se mostraram
como uma espécie de reflexo da atividade cerebral intensa
nas tarefas de consolidação da memória.
"Mas não estamos dizendo que quando se aprende
algo é o sonho o responsável. Em vez disso,
aparentemente, quando temos uma nova experiência ela
dispara uma série de eventos paralelos que faz com
que o cérebro consolide e processe as memórias",
explicou o especialista.

O Hamas publicou em seu site um desenho animado sobre o soldado
israelense Gilad Shalit, sequestrado em junho de 2006, que
mostra o pai do militar, Noam, caminhando sob outdoors com
políticos israelenses prometendo libertar seu filho.
No final, o pai grita ao receber um caixão. Então
ele acorda. O texto do desenho diz, em árabe e hebraico,
"Ainda há esperança".
O norte-americano Jack Barouh, de 65 anos, fabricante de
relógios que justificou ter escondido US$ 10 milhões
em bancos estrangeiros por "instinto de sobrevivência"
aprendido no Holocausto, foi condenado a dez meses de prisão
nos EUA. Ele admitiu ter ocultado informações
do fisco americano em fevereiro, mas disse que seu comportamento
reservado foi motivado por um sentimento de perseguição
e perda repentina que afetou os judeus vítimas do Holocausto.
Apesar de um especialista ter atestado que Barouh desenvolveu
uma mentalidade de "esconder e acumular", característica
encontrada com frequência entre sobreviventes da tragédia
e suas famílias, as autoridades americanas não
foram tolerantes. A defesa apresentada pelo acusado também
desagradou a associação de sobreviventes do
Holocausto, American Gathering of Holocaust Survivors and
their Descendants, que afirmou: "os sobreviventes do
Holocausto e seus familiares rejeitam a afirmação
degradante de que o 'instinto de sobrevivência' aprendido
no Holocausto pode justificar sonegação ilegal
de impostos".

Israel registrou a entrada de 313.000 turistas internacionais
em março, tendo sido um número recorde durante
aquele mês e mais de 56% em relação a
2009. Entre janeiro e março de 2010, chegaram a Israel
747.000 turistas, o que significa um aumento de 54% em comparação
com o mesmo período do ano passado.

ARTIGO
Enfrentando o casamento misto
Editorial do Jerusalém Post
Recentemente, a “Conferência Central dos Rabinos
Americanos”, que representa cerca de 2000 rabinos reformistas,
encontraram-se em São Francisco e anunciaram uma mudança
conceitual sobre o casamento misto. Ao invés de investir
energia e recursos para desencorajar os judeus a casarem com
não judeus, decidiram aceitar o casamento misto e focar
em alcançar esses casais. Esta decisão foi um
resultado inevitável da realidade sociológica
nas comunidades reformistas da América. Esperamos que,
nos próximos anos, o judaísmo conservador se
mova na mesma direção. Até a ortodoxia
deverá formular alguma forma de resposta, além
da total rejeição aos casais inter-casados.
Já em 1964, quando os dados de inter-casamento tinham
um dígito, o sóciólogo Marshall Sklare
avisou que o casamento misto se tornaria um problema crítico.
Mas a verdadeira bomba foi o Censo Nacional da População
Judaica de 1990, que revelou que 62% dos judeus que se casaram
entre 1985 e 1990 escolheram cônjuges não judeus.
Historicamente, a comunidade judaica jogou centenas de milhões
de dólares em programas educacionais,viagens a Israel
e museus do Holocausto, escolas e campos de verão judaicos.
Em uma tentativa frenética de combater o resultado
de uma ruptura nos enclaves geográficos judaicos, no
aumento do multiculturalismo, e uma ênfase do “interior
soberano”. Como resposta, duas propostas básicas
apareceram para responder ao desafio. Rejeitar completamente
o casamento misto e excluir (com humilhação)
para amedrontar os judeus que escolheram esse caminho; ou,
alternativamente, alcançar os casais mistos e fazê-los
sentir bem-vindos.
A primeira proposta – adotada pelos judeus ortodoxos,
conservadores e alguns reformistas - discordam inteiramente
da segunda estratégia. Se líderes reformistas
escolhessem combater o casamento misto, casais mistos certamente
abandonariam o movimento. Membros veteranos, cujos filhos
(as) casaram com não judeus fariam o mesmo. Isto seria
suicídio para o grande número de casamentos
mistos na Reforma. Seria também um descarte por atacado
de dezenas de milhares de judeus inter-casados. O judaísmo
conservador pouco evita adotar algumas das soluções
mais extremas do movimento da Reforma, como a resolução
do CCRA em 1983 que reconheceu a descendência paterilinear.
Parece que é uma questão de tempo para aceitar.
Afinal, as congregações conservadoras tem similares
pressões sociais que as comunidades Reformistas. E
a falta de aproximação para a acomodação
tem custado ao judaísmo conservador,uma séria
caída no número de membros.Alguns têm
ido para a Reforma,enquanto outros abandonaram completamente
sua filiação judaica. Em resposta a esta perda,
o judaísmo conservador gradualmente, começou
incluir pais não judeus em eventos do ciclo da vida.Os
rabinos podem não oficiar os casamentos mistos,mas
encaminham para os que oficiam e dão conselhos pré-maritais.E
integram o
cônjuge na sinagoga,após o casamento.
Até a ortodoxia tem respondido ao desafio do casamento
misto. O projeto “Família Judaica Eterna Haredi”
encoraja ativamente o cônjuge não judeu a se
converter ao judaísmo, se ele ou ela está disposta
a manter um estilo de vida ortodoxo. Isto mostra um afastamento
da posição mais restrita que rejeitava (definitivamente)
a possibilidade de conversão para aquele que se casava
fora da fé. Os líderes das três principais
correntes do judaísmo reconhecem que, diferente do
que era, a decisão de um judeu em casar com não
judeu não significa, necessariamente, que abandonou
o judaísmo. Mais apropriadamente, é um sinal
da total e bem sucedida integração dos judeus
na sociedade e cultura americana. Os líderes das três
maiores correntes do judaísmo também reconhecem
que o casamento misto é o mais formidável singular
desafio que enfrentam. Todas as três correntes do judaísmo
têm uma contribuição importante para este
objetivo. Vamos rezar para que sejam bem sucedidos.
Tradução e adaptação de Jayme
Gudel
Fonte: “Jornal Alef” edição 1.436
www.jornalalef.com.br

Na Hebraica RS:
PARABÉNS À B'NAI B'RITH DE PORTO ALEGRE PELO
SUCESSO DA I JORNADA INTERDISCIPLINAR SOBRE O ENSINO DO HOLOCAUSTO
O prefeito José Fortunati ladeado por Abraham Goldstein,
co-presidente nacional da B'nai B'rith Brasil e Pedro Gus,
B'nai B'rith RS.
A I Jornada Interdisciplinar de Porto Alegre sobre o Ensino
do Holocausto, realizada dia 17 de abril de 2010 foi um grande
sucesso
O prefeito José Fortunati ao saudar as mais 200 pessoas
presentes. a maioria educadores da rede pública de
ensino, falou sobre o Holocausto nazista que "dizimou
a pluralidade do pensamento". "Os fatos nos chocam,
mas não podemos simplesmente olhar para o passado...,
precisamos combater a violência no cotidiano, desenvolver
uma postura ativa, positiva de solidariedade que respeite
a natureza e o ser humano. Que hoje aqui possamos aprender
a sermos mais humanos".

A mesa de abertura da I Jornada de POA: Profa. Maria Luiza
Tucci Carneiro (LEER/USP), Ieda Gutfreind, presidente do Istituto
Cultural Judaico Marc Chagall, o vice-presidewnte da Federação
Israelita do Rio Grande do Sul, Abraham Goldstein - presidente
da B`nai B'rith do Brasil, a Secretaria Municipal da Educação,
Cleci Maria Jurach, Matilde Gus, vice presidente internacional
da B`nai B'rith do Brasil e Pedro Gus, futuro vice-presidente
da entidade pela Região Sul.

A I Jornada Interdisciplinar de POA foi promovido pela B'nai
B'rith Brasil e LEER - Laboratório de Estudos sobre
a Etnicidade, Racismo e Discriminação da Universidade
de São Paulo, e realizada pela B'nai B`rith RS, Instituto
Cultural Judaico Marc Chagall, SMED - Secretaria Municipal
de Educação de Porto Alegre, tendo como co-realizadores
a Federação Israelita do Rio Grande do Sul e
a Hebraica RS, que sediou o evento.
Abraham Goldstein, presidente da B`nai B'rith do Brasil deu
as boas vindas a todos e destacou que está é
a XI Jornada, evento que vem sendo realizado desde 2006, em
parceria com o LEER/USP, agradecendo à sua coordenadora
profa. Maria Luiza Tucco Carneiro pelo trabalho e dedicação.
As Jornadas hoje acontecem em São Paulo, Rio de Janeiro,
Curitiba e agora em Porto Alegre, e integram o Concurso de
Redações para alunos da Rde Pública de
Ensino Fundamental II. Em 2010 o tema para Porto Alegre é:
"Os Justos entre as Nações e atuação
dirante o Holocausto".
A Secretaria Municipal da Educação, Cleci Maria
Jurach, Pedro Gus, B'nai B'rith Rio Grande do Sul e Abraham
Goldstein, co-presidente nacional da B'nai B'rith Brasil.
A Secretaria Municipal da Educação, Cleci Maria
Jurach disse "estamos muito felizes, este público
mostra que os professores estão abertos a se aprofundar
em novos temas", explicando que o foco da gestão
da Smed em 2010 é justamente fazer a diferença,
trabalhando o conhecimento de forma a combater o preconceito,
ensinando os alunos a respeitar a diversidade de "posturas,
cores, culturas", informando que 95% das escolas ficam
"em áreas de risco".
O evento teve como mestre de cerimônias Silvia Richter,
da BB/RS.

Educadores ficaram maravilhados com o evento
PALESTRAS DESPERTAM INTERESSE E EMOÇÃO

Profa. dra. Maria Luiza Tucci Carneiro e Ieda Gutfreind, do
Instituto Cultural Judaico Marc Chagall e BB/RS

Johannes Melis, Bernard Kats e Max Wachsmann Schanzer contaram
a história de suas vidas.
A profa Maria Luiza Tuci Carneiro, coordenadora da Jornada,
destacou que "as escolas tem a obrigação
de formar cidadãos críticos e o Estado tem importante
papel na promoção da liberdade e da justiça
social". O Brasil recebeu milhares de sobreviventes do
Holocausto e de refugiados da 2ª. Guerra Mundial,.lembrou,
mencionando que o estado nazista pensou uma sociedade que
não era plural e deveria durar mil anos "limpo"
de judeus, ciganos, comunistas. "O Holocausto é
um genocídio singular que proporciona conteúdos
e estratégias para pensar uma sociedade mais justa.Recordou
também que os primeiros a aceitarem a proposta de um
estado "limpo" de "seres inferiores" foram
os cientistas, os educadores, os acadêmicos, indagando
como foi possível o assassinato de seis milhões
de judeus, milhares de ciganos, homossexuais, testemunhas
de Jeová, entre outros.
A profa Silvia Lerner (RJ), com o tema: Caricaturas Antissemitas
- do III Reich ao Irã. A construção do
pensamento e o prof. Wagner Pinheiro Pereira (LEER/USP) mostraram,
o uso da imagem e do cinema pela ideologia nazista, e como
fontes e estratégia pedagogica.

Na foto, profa. Helena Lewin (RJ), Karina Brodski e Ricardo
Malkes (BB/RS), profa. Silvia Lerner(RJ), Lia Bergmann (BB/SP)
Abraham Goldstein, presidente nacional da entidade, prof.
Wagner Pinheiro Pereira (SP) e profa. Claudia Garcia (RS)
A profa. Helena Lewin, diretora do Núcleo de Estudos
Judaicos da UERJ, emocionou a todos com as histórias
de solidariedade dos "Justos entre as Nações",
pessoas das mais diversas nacionalidades que mesmo correndo
risco de serem mortas, salvaram centenas de cidadãos
do extermínio pelas mãos dos nazistas.
O delegado Paulo César Caldas Jardim (Polícia
Civil/RS), falou sobre Intolerância e Neonazismo em
Porto Alegre - Um Depoimento sobre a Realidade Atual , mostrando
que o tema do Holocausto não está tão
longe dos educadores, citando atos contra judeus e homossexuais,
com intenção homicida. Teatro, um olhar crítico
sobre a barbárie, foi o tema abordado por Mirna Spritzer
(UFRGS/RS), "Uma Experiência de ensino na Escola
Municipal Anísio Teixeira, contou com Claudia Garcia
(Professora/RS), e seus alunos relatando como foi studar a
história do Holocausto e a criação de
um vídeo sobre tolerância, também contribuiram
para reforçar o o conhecimento dos educadores.
A mesa com o tema "Sobreviventes e Salvadores: experiências
de vida durante o Holocausto, com os depoimentos de Bernard
Kats, Johannes Melis e Max Wachsmann Schanzer, encerrou os
trabalhos do dia.
CONCURSO DE REDAÇÕES
"OS JUSTOS ENTRE AS NAÇÕES E SUA ATUAÇÃO
DURANTE O HOLOCAUSTO
Lançado no dia 17 de abril, em Porto Alegre, por Lia
Bergmann, o Concurso de Redações para a Rede
Municipal de Ensino, com o tema "Os Justos entre as Nações
- e sua atuação durante o Holocausto".
Cada escola pode selecionar até cinco trabalhos e encaminhá-los
até o dia 31 de agosto para a Associação
Beneficente e Culturall B'nai B`rith do Rio Grande do Sul,
pelo e-mail: bnaibrithrs@yahoo.com.br, com o título:
Concurso 2010 - Os Justos entre as Nações .A
solenidade de premiação aos alunos e educadores
ocorrerá no dia 30 de novembro, no Auditório
da Federação Israelita do Rio Grande do Sul.
Os participantes receberam amplo material didático
em uma apostila que estará disponível no site
do Aequishoah: www.arquishoah.com.br
Parabéns a toda a B`nai B'rith do Rio Grande do Sul,
a quem agradecemos através do casal Pedro e Matilde
Gus, à toda comunidade de Porto Alegre pelo trabalho
conjunto, à Secrtaria Municipal da Educação,
em especial ao prof. Manoel José Avila da Silva, e
a todos que não pouparam esforços para este
grande sucesso.
Fonte: Informativo Bnai-brith de 20/04/2010

Na Hebraica RS:
Apresentação do Coral Zemer da Na’amat
Porto Alegre
O Coral Zemer fez uma belíssima apresentação
no dia 11 de abril na Hebraica –RS, no evento Abril
com Tudo.
Assista à apresentação no link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=eASzvs3T3XE

Fotos: Studio Aronis Fotografias
Fonte Na’amat News Brasil edição 36

Centenário do criador do Krav Magá
*por Federação Sul Americana de Krav Magá
http://www.kravmaga.com.br/html/br/criador.cfm
Imi Lichtenfeld nasceu em 26 de maio de 1910 em Budapeste,
que foi o centro do império austro-húngaro.
Cresceu e se criou em Bratislava, capital da Eslováquia.
As bases que fundamentaram sua educação em
família foram o esporte, a lei e a medicina. Seu pai,
Samuel, foi chefe do serviço secreto local e foi conhecido
como o agente que mais prendeu criminosos. Além de
ser instrutor de defesa pessoal de técnicas de imobilização
da polícia secreta.
Com o incentivo do pai, Imi começou a praticar várias
modalidades de esportes e já em 1928 e 29 venceu vários
campeonatos europeus de luta livre greco-romana e no mesmo
ano se tornou campeão de boxe.
Na década seguinte, Imi se concentrava na luta-livre
greco-romana como atleta e instrutor conquistando várias
medalhas em competições nacionais e internacionais.
A partir de meados dos anos trinta a vida em Bratislava já
não era a mesma. Pouco a pouco, grupos fascistas e
anti-semitas ganhavam espaço e transformavam a vida
do país. Imi então, tornou-se líder de
um grupo de resistência que lutava contra os grupos
fascistas. Entre os anos 1936 e 40, participou de inúmeras
missões e violentos confrontos, sozinho ou em equipe.
Imi e seus companheiros enfrentaram centenas, milhares de
inimigos em uma guerra cruel e desigual. Todos esses acontecimentos
e vivências pessoais de Imi trouxeram como conseqüência
o fortalecimento de seu corpo e espírito, preparando-o
para os acontecimentos que ainda estavam por vir, e plantaram
as sementes que germinaram resultando na criação
do Krav Magá.
Em 1940, Imi deixou sua terra natal, família e amigos
e ingressou na última embarcação que
conseguiu fugir das garras nazistas. Não passava de
uma simples balsa, chamada "Pentcho", que foi adaptada
para conseguir transportar centenas de pessoas que deixavam
a Europa rumo a Israel. As histórias desta balsa e
seus passageiros ficaram famosas e são descritas no
livro "A Odisséia" de John Birman. A "Odisséia"
de Imi durou dois anos, onde, por várias vezes, pulou
na água para salvar a vida de passageiros ou um valioso
saco de comida percorrendo o rio Danúbio congelado.
Estas "aventuras" lhe causaram uma forte inflamação
no ouvido que quase o levaram à morte. E após
uma explosão no tanque de pressão da embarcação,
que aconteceu ao lado das Ilhas Gregas, a sua ajuda foi requisitada
e depois de quatro dias e noites de grande esforço,
Imi foi levado para a Alexandria em grave estado de saúde,
onde se submeteu a várias cirurgias.
Recuperado, juntou-se ao exército Checo que lutava
ao lado do exército britânico e foi assim que
Imi lutou no Oriente Médio, em combates na Líbia,
Síria, Líbano e Egito. Até que em 1942,
deu baixa no exército e recebeu licença para
entrar em Israel, onde começaria uma nova fase de sua
vida.
A chegada ao Estado de Israel representou para Imi apenas
mais um passo em sua trajetória, sem perceber, no entanto,
que este "pequeno" passo iria ser um marco, que
influenciaria e direcionaria toda a história do povo
judeu no Estado de Israel. Já nesta época, meados
de 1942, existiam movimentos de defesa, figurados em três
grupos; Haganah, Hetzel e Lehi, que lutavam para garantir
a sobrevivência do povo que ali vivia, principalmente
contra os ataques dos "Fedainim", bandos de criminosos
muçulmanos que saqueavam, seqüestravam e matavam
com requintes de crueldade, não por "necessidade",
mas apenas por diversão. No grupo de defesa Haganah,
a maior organização dentre as três, integravam
alguns de seus velhos companheiros e alunos do Império
Austro-Húngaro, que prontamente apresentaram Imi ao
chefe da Haganah, Yitzhak Sadeh, que por sua vez nomeou-o
de imediato como responsável pela preparação
física, defesa pessoal e combate corpo a corpo de sua
organização.
Em particular, Imi treinou pessoalmente os grupos de elite
da Haganah e a Palmah e entre eles os "P.A.L.I.A.M.".
Este último foi a base para a formação
dos grupos de elite das forças armadas israelenses
anos depois.
Com a criação do Estado de Israel, Imi se alistou
no "Tzahal", tornando-se o instrutor chefe de preparo
físico e Krav Magá; começando somente
no exército e depois ampliando para a escola de preparo
físico de todas as forças armadas. Nos 20 anos
seguintes, Imi aperfeiçoou sua técnica especial
de defesa pessoal e combate corpo a corpo. Treinou pessoalmente
os melhores guerreiros dos melhores grupos de elite das forças
armadas israelenses; pessoas que, com a técnica, habilidade
e coragem mudaram o destino das operações e
guerras que ali iriam acontecer. Saindo da ativa como instrutor
do Tzahal, adaptou e adequou a técnica do Krav Magá
para o mundo civil, tornando-o eficiente e acessível
para todo e qualquer ser humano, o forte, o fraco, homem ou
mulher, criança ou velho. Para isto, abriu dois centros
de treinamento, um na cidade de Tel Aviv e outro em Natanya.
Neste processo de "abertura", selecionou um pequeno
grupo entre os melhores alunos que iriam se tornar os responsáveis
pelo Krav Magá no futuro. Em 1978, fundou a Associação
de Krav Magá em Israel.
Imi
Lichtenfeld foi até seus últimos dias, assessor
e conselheiro das forças armadas de Israel, além
de treinar os faixas pretas mais graduados de Krav Magá
e estar presente nos encontros e seminários de praticantes
de todo o mundo que aconteciam em Israel, supervisionando
e transmitindo pessoalmente suas experiências, descobertas
e o significado prático de sua criação,
o Krav Magá.
Em carta oficial de "Honra ao Mérito", o
chefe do Estado Maior das forças armadas escreve que
desde a época da Haganah e Palmah, passando por todos
os anos do Tzahal, a capacidade de guerrear e o potencial
pessoal de Imi, que foram os alicerces da qualidade do guerreiro
israelense, e não houve ninguém mais responsável
por este resultado, por esta conquista, que Imi Lichtenfeld.
Na mesma carta é dito que a qualidade do Krav Magá
é resultado do valor humanitário de Imi que
é estruturado na simplicidade, objetividade, auto-controle,
segurança máxima no treinamento e combate, honestidade
e respeito para com o adversário, mesmo ele sendo um
inimigo.
Em carta escrita pelo Ministro da Educação
e Cultura, Zvulum Amer, é reconhecida a importância
da preparação da juventude israelense para enfrentar
a violência do dia a dia e, por este motivo, o Ministério
da Educação apóia o ensino efetivo de
Krav Magá em todas as escolas. O Ministro então
agradece a Imi pela criação de técnica
tão eficiente, qualificada como "mérito
azul e branco". "Azul e branco" é um
termo usado em Israel para pessoas que honram o país.
Azul e branco são as cores da bandeira de Israel.
O Primeiro Ministro Yitzhak Rabin ZL declarou em carta que
Imi Lichtenfeld é sinônimo de "tornar um
soldado ou comandante israelense capaz", sendo estes
"dois" uma parte em evidência do sucesso das
operações do Tzahal.

Para a tristeza de toda a família Krav Magá,
Imi Lichtenfeld faleceu no dia 9 de Janeiro de 1998.
Fonte: Federação Sul Americana de Krav Magá
Fonte: Informativo FIRS de 23/04/2010
Em tempo:
Na Hebraica RS, sede Círculo, opera a única
Academia Oficial de Krav Magá do Estado do Rio Grande
do Sul, oferecendo 30% de desconto exclusivo para sócios
da Hebraica. Informações F: 3311.37.55
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