Empresa israelense
promete desbancar o iPhone
Uma empresa israelense promete lançar em meados do
ano o Firt Else, um smartphone para desbancar o iPhone. De
acordo com Amir Kupervas, CEO da Else, o novo aparelho provocará
uma revolução no mercado de celulares. “Esse
celular será o que o usuário necessitar: se
ele quiser tirar uma foto, o aparelho terá todas as
funções de uma câmera digital de alta
definição; da mesma forma, ele poderá
assistir a um vídeo com a melhor definição
possível, diz. O First Else também tem um design
arrojado, além atributos como a tecnologia SPlay para
simplificar o controle das funções, e baterias
com capacidade de carga 50% superior aos smartphones tradicionais.
(fonte: Geek/Terra)
Visite o site da empresa: www.firstelse.com
Fonte: Pletz de 09/02/2010
MANCHETES DE ÚLTIMA HORA da RUA
JUDAICA:
- Em 1920, de cada 100 judeus 2 casavam-se em matrimônios
inter-religiosos. Em 2009, excluindo Israel, este número
subiu para 67% a nível mundial.
Aberto o Museu Rabin em Tel Aviv
O Museu israelense no Centro Yitzhak Rabin foi aberto ao
público em geral, oferecendo aos visitantes uma documentação
fascinante da história do Estado de Israel, interligada
com a história do primeiro-ministro.
O museu foca marcos históricos da vida de Yitzhak Rabin
e os liga a momentos decisivos no desenvolvimento do País.
Ao chegarem os visitantes recebem dispositivos individuais
de áudio – em hebraico, inglês e árabe
– permitindo que as visitas sejam feitas no ritmo de
cada um e possam ver dúzias de filmes curtos.
O
tour começa num saguão redondo que exibe um
clipe de três minutos da noite que Rabin foi assassinado.
Os visitantes então entram num corredor interno construído
em espiral em descida que apresenta a biografia de Rabin,
e podem percorrer através de salas apresentando a história
do Estado até o assassinato no dia 4 de novembro de
1995. A exposição termina numa outra sala espiralada
com várias telas apresentando clipes curtos sobre as
notícias do assassinato de Rabin, através das
reações dos líderes públicos israelenses
e internacionais, até o funeral e elogios póstumos.
O museu foi construído de maneira que é difícil
de não ver quaisquer das exposições,
e os visitantes podem levar mais de três horas explorando
os mais de 180 filmes documentais e 1.500 fotografias, assim
como as centenas de peças e documentos expostos.
Uma apresentação importante é o escritório
de Rabin na sua casa em Tel Aviv, que é apresentada
intacta no museu, da mesma maneira que ele deixou antes que
saiu para a manifestação de paz na qual ele
foi assassinado, inclusive uma TV transmitindo o mesmo jogo
de futebol que o primeiro-ministro assistia naquele dia.
Dizer que o museu glorifica Rabin seria uma explicação
incompleta. Uma grande parte da exposição é
dedicada ao seu segundo período como primeiro-ministro
e inclui uma parede cheia de telas de televisão documentando
o crescimento econômico e a reforma educacional que
aconteceram durante esse período, assim como elogios
de cidadãos israelenses sobre o sistema de estradas
de Israel.
É importante notar que a equipe acadêmica nomeada
para determinar o conteúdo do museu não ignorou
os capítulos não-tão-agradáveis
na biografia de Rabin, como o seu desmaio de 24 horas quando
servia como chefe do estado-maior das IDF durante a Guerra
dos Seis-Dias e a sua decisão de renunciar durante
o seu primeiro período como primeiro-ministro, devido
a conta ilegal em dólares da sua esposa.
Uma visita ao Museu no Centro Yitzhak Rabin é uma experiência
muito interessante, mas o que está exposto frequentemente
oprime devido ao número muito grande de itens o que
exige um grande nível de paciência (e um par
confortável de sapatos). O dispositivo de áudio
é parte essencial da visita, mas a grande quantidade
de filmes curtos traz alguma confusão. Apesar dessas
falhas, esta impressionante exposição fornece
uma importante lição de história para
israelenses e assim como para visitantes estrangeiros.
O Museu Israelense no Centro Yitzhak Rabin fica em 14 Chaim
Levanon Street, Tel Aviv. Horas de visitação:
domingo, segunda-feira e quinta-feira – das 9 da manhã
até 5 horas da tarde; terça-feira – das
9 da manhã até as 7 da noite: sexta-feira –
das 9 até as 2 da tarde: Para a programação
de uma visita disque 972-3-7453358 (YNET).

Renault-Nissan mostra carro elétrico para o
mercado israelense
A Renault-Nissan apresentou em Ramat Hasharon, próximo
a Tel Aviv, o primeiro modelo elétrico do projeto Better
Place que visa a introdução de veículos
movidos a eletricidade em Israel até 2011. A meta das
duas empresas é reduzir a emissão de poluentes
no país, onde cada motorista roda, em média,
70 quilômetros por dia.
O projeto prevê ainda a instalação de
infra-estrutura de uma rede de abastecimento em todo o país,
com cerca de 500 mil postos de carregamento de baterias.
Projeto prevê a instalação de cerca de
500 mil postos de abastecimento no país (Foto: Jonathan
Nackstrand/AFP)
De acordo com as marcas, o desempenho dos veículos
é semelhante ao de um carro 1.6 movido a gasolina –
ou seja, em média, 100 cavalos de potência. Os
envolvidos na produção do modelo estimam que
daqui cinco anos 45 mil veículos elétricos estejam
em circulação no país
Fonte: “Noticias da Rua Judaica” edição
de 11/02/2010 por Osias Wurman
Jovem brasileiro cria aplicativo judaico para iPhone
e iPod
Já
está disponível para download na loja de aplicativos
para iPhone e iPod Touch, a AppStore, o primeiro aplicativo
com conteúdo judaico em português. O livro Pirkei
Avot, mais conhecido em português como “A Ética
dos Pais”, contem ensinamentos compilados há
quase 2.000 anos. Pelos seis capítulos, são
abordados assuntos básicos do Judaísmo, como
valores, moral, irat shamaim (temor aos céus), entre
outras lições que têm em vista melhorar
e desenvolver o caráter humano, assim como sua relação
com seu semelhante. O aplicativo com o texto integral em hebraico
e sua tradução em português, além
de alguns textos introdutórios e mais aprofundados
sobre o tema. A versão iPhone tem o objetivo de valorizar
o tempo, ao tornar possível instantes de estudo e as
consequentes melhorias nas atitudes, que aos olhos do judaísmo
são objetivos admiráveis.
Pirkei Avot está disponível gratuitamente na
AppStore:
Link para conta americana:
http://itunes.apple.com/us/app/pirkei-avot-a-etica-dos-pais/id353770815?mt=8
Link para conta brasileira:
http://itunes.apple.com/br/app/pirkei-avot-a-etica-dos-pais/id353770815?mt=8
Fonte: Pletz de 17/02/2010

MANCHETES DE ÚLTIMA HORA da RUA
JUDAICA:

- A Rússia conclamou o governo iraniano a esclarecer
seus reais objetivos com relação ao uso de energia
nuclear e cooperar mais abertamente com a Agencia Internacional
de Energia Atômica.
- Autoridades francesas protestaram contra cadeia de alimentos
que vendem apenas alimentos halal, seguindo preceitos islâmicos,
por representarem uma discriminação cultural.
- Imprensa inglesa usa assassinato em Dubai para propagar
ódio e rancor anti-israelense, baseada apenas em suposições.
Circulam informações de que o serviço
secreto inglês MI6 tinha conhecimento do uso de passaportes
ingleses na operação.
- Proposta de Netanyahu para que israelenses possam votar
no Exterior, nas eleições para o Knesset, gera
intensos debates no mundo político.
- Liam Neeson, o ator da “Lista de Schindler”
de Spielberg, visitou o Memorial do Holocausto em Berlin.
- O vaticano planeja colocar alguns dos seus arquivos sobre
a II Guerra Mundial na Internet. O objetivo é amenizar
as críticas contra Pio XII
Fonte: “Noticias da Rua Judaica” edição
de 19/02/2010 por Osias Wurman

Equipamento de ponta faz paraplégico andar
Um exoesqueleto eletrônico desenvolvido por uma pequena
empresa israelense de alta tecnologia é capaz de fazer
pessoas paralisadas da cintura para baixo andarem novamente.
A invenção, batizada de ReWalk (algo como ReAndar,
em português), foi criada por Amit Goffer, o fundador
da Argo Medical Technologies, e permite que o usuário
volte a se levantar, andar e subir escadas - sem o auxílio
de ninguém.
"O mais importante é a recuperação
da dignidade, da auto-estima da pessoa. Muitos não
se dão conta de que não é muito agradável
ser um adulto da altura de uma criança e viver com
a cabeça perto dos traseiros de outras pessoas em elevadores
e locais movimentados", afirmou Goffer.
O próprio inventor ficou paralisado da cintura para
baixo num acidente em 1997, mas não pode usar a própria
invenção porque não tem controle total
dos braços.
O produto deve ser vendido ao público ainda em 2010,
mas não vai ser barato. De acordo com os fabricantes,
ele deve sair pelo mesmo preço das cadeiras de roda
mais sofisticadas no mercado, ou seja, por volta de US$ 20
mil.
O sistema inclui os apoios para as pernas, uma mochila com
a caixa de controle e baterias recarregáveis. O usuário
também precisa usar muletas para ajudar no equilíbrio.
Fonte: Câmara Brasil Israel de Comércio e Indústria
de edição 19/02/2010

Golfista cego, israelense Zóhar Sharón ensina
jogadores de visão perfeita
Zóhar
Sharón tem 55 anos, é casado e tem 3 filhos.
Apesar de sua cegueira, desenvolveu sua experiência
em golfe há cerca de 8 anos, em "Beit Halojem
- Organização de Veteranos Inválidos
do Tzahal". Ele demorou três meses para dar seu
primeiro golpe. Continuou treinando e, hoje, joga 18 buracos
e tem 28 vantagens. Em julho de 2005, ganhou o torneio da
cidade de Cesaréia–nível 3, na categoria
de jogadores individuais, e depois, com Asher Siso, jogador
de golfe com 100% de visão, alcançou o primeiro
lugar em dupla. Em ambos os torneios, Zóhar ganhou
de um grupo de jogadores com visão perfeita. Em setembro
de 2006, conquistou pela segunda vez o “Campeonato mundial
de golfe para cegos” e o “Aberto da Inglaterra
para cegos”. Repetiu o feito em 2008. Por que ele joga
gol fe? “Porque é o esporte mais difícil
e ele vive para os desafios”, responde ele.
Zóhar Sharón, que quando era soldado sofreu
um acidente quando um pulverizador químico se derramou
e lhe tirou a visão, esteve no Country Clube de Golfe
de Oakdale, em Toronto, acompanhado por seu carregador de
tacos, Shimshon Levy, e seu cão-guia, Dylan, para ensinar
jogadores de golfe com visão perfeita.
O Centro Judaico de Rondônia está utilizando
o Centro Histórico do Poder Judiciário Estadual
como fonte de pesquisa sobre as origens do povo judeu nos
vales dos rios Madeira, Mamoré e Guaporé. A
pesquisa para resgatar os registros é feita em processos
judiciais, livros cartoriais de imóveis e outras peças
do acervo. A ideia é identificar os descendentes judaicos
que vivem na região Amazônica e também
os imigrantes que exerceram cargos públicos em Santo
Antonio do Madeira. É o caso de Chacon, primeiro juiz
da comarca nos anos de 1912-1914; do juiz Moyses José
Bensabaht, suplente nos anos de 1913-1916, e do juiz José
Penha, do Distrito Judiciário do Estado do Amazonas.
O estudo irá proporcionar uma exposição,
prevista para maio, que percorrer&aac ute; três
municípios de Rondônia: Porto Velho, Ji-Paraná
e Guajará Mirim. Em seguida será encaminhada
para o Museu da Diáspora, em Israel.
Fonte: “Jornal Alef” edição 1.411
www.jornalalef.com.br

1ª Jornada Interdisciplinar de Porto Alegre sobre
o Ensino do Holocausto
Com o tema “Holocausto, Crime contra a Humanidade”,
a B’nai B’rith do Rio Grande do Sul, em parceria
com a Secretaria Municipal de Educação de Porto
Alegre, o Instituto Cultural Judaico Marc Chagall e co-realização
do Clube Hebraica RS e da Federação Israelita
do Rio Grande do Sul, realizará a I Jornada Interdisciplinar
de Porto Alegre sobre o Ensino do Holocausto. Será
no dia 17 de abril de 2010, sábado das 9h15min às
17h15min, na sede do Clube Hebraica/RS, à Rua General
João Telles, 508. O evento tem como objetivo reunir
os professores do 3º Ciclo e do Ensino Médio da
Rede Municipal de Ensino. Oportunizará conhecer e analisar
o impacto que o Holocausto causou na Humanidade e seus desdobramentos
históricos, cujos efeitos, certamente, serão
sentidos ainda por muito tempo. Ao trabalharem na sala de
aula a temática da 2ª Guerra Mundial, esses conhecimentos
permitirão aos professores conduzir a uma abordagem
de Direitos Humanos para a análise da violência,
do racismo, do preconceito, da discriminação
e, sobretudo, enfatizar a importância do respeito à
diversidade étnica, religiosa, cultural e social. Como
objetivo final, os alunos serão estimulados a participar
de um concurso de redação ou monografia, dentro
do tema “Os Justos entre as Nações”,
que aborda a ação dignificante daqueles que
arriscaram ou perderam suas vidas para salvar seres humanos,
inocentes vítimas do Nazismo.
Se você é professor e deseja participar, faça
sua inscrição clicando aqui http://tinyurl.com/formularioinscricao
Fonte: FIRS

Uruguai fará amistoso com Israel antes da Copa
A Associação Uruguaia de Futebol (AUF) anunciou
hoje que a seleção do país fará
um amistoso contra Israel no dia 26 de maio, no Estádio
Centenário, em Montevidéu. Este será
o jogo de despedida do Uruguai antes do embarque para a África
do Sul, onde no mês seguinte disputará a Copa
do Mundo. Os israelenses também jogarão contra
o Chile poucos dias depois, e há a possibilidade de
enfrentarem a Argentina, o que ainda não foi confirmado.
Na Copa, os uruguaios enfrentarão a anfitriã
África do Sul, além de França e México
pelo grupo A.
Fonte: Pletz de 25/02/2010
Missão Impossível: Falar De Bond Jornalismo
Ontem, durante uma entrevista concedida pelo ministro das
relações exteriores de Israel, Avigdor Liberman,
o mesmo disse que os jornalistas que denunciam o Mossad como
autor da execução do terrorista de alta periculosidade
do Hamas que estava em Dubai, é porque "andaram
vendo muitos filmes de James Bond". Embora seja verdade,
que talvez o maior interessado nesta morte seja Israel, o
país não é o único suspeito existente.
Mas a imprensa sem prova alguma saiu afirmando que o mesmo
foi responsável pela ação. Mais além:
as primeiras matérias a respeito inventaram fatos que
foram desmentidos na sequência pelo desenrolar dos acontecimentos.
Leia a íntegra da matéria e divirta-se com
as bizarrices. No mínimo vale umas boas risadas.
Este comentário foi escrito pelo editor-chefe do De
Olho na Mídia, Barenbein, Daniel Benjamin Barenbein.
E contou com o texto do agen...digo, colaborador, Copstein,
Jayme Copstein.
Veja o vídeo do Hotel em Dubai:
http://www.youtube.com/watch?v=Fi5ikOvO7QY&feature=player_embedded
Antes de começar a divertir meus leitores com as trapalhadas
jornalísticas, quero deixar dois pontos claros referentes
a este comentário:
1) Ele não tem a intenção de dizer que
o Mossad não cometeu esta ação. Pode
até ter cometido. Israel obviamente não ficaria
triste com a morte de um terrorista de alta periculosidade
do Hamas. Mas com certeza não cometeu a ação
como os jornais falaram que realizou. É este o ponto.
A pressa que os jornais tiveram em acusar Israel, por uma
operação, que por exemplo a OLP adversária
do Hamas poderia muito bem ter levado a cabo, ou os sauditas,
ou agentes britânicos. Mais: na necessidade de se acusar
Israel, foram criadas falsas histórias para descrever
aquilo que na cabeça dos autores já era certo:
a culpabilidade do Mossad. Obviamente que com o averiguar
dos fatos, todas estas foram por terra.
2) Ele é uma denúncia da hipocrisia. Se necessário
a imprensa mundial forja uma história para acusar o
Mossad pelo "enorme" crime de mandar um mega-assassino
do Hamas ir se martirizar mais cedo. Cadê o mesmo tipo
de revolta quando o ministro do turismo israelense, mais conhecido
pelo apelido de Gandhi foi morto por terroristas palestinos
no hotel Hayatt em Israel? Ou diante da morte de Benazir Butho?
Mas o que importa tudo isso? O problema da consciência
mundial, em especial a Européia - onde a mídia
é só um reflexo - são os judeus enganadores
e falsificadores. A desproporcionalidade da reação
Européia e inglesa é marcante. Estes humanistas
estão fazendo um escarcéu danado por meia dúzia
de passaportes - supostamente falsificados pelos israelenses
que teriam cometido a ação - e não se
importam com as vidas de judeus explodidos indo para o trabalho,
móvel principal do trabalho da pobre "vítima".
Em outras palavras: todos os problemas do mundo sempre são
culpa de Israel. Tudo é responsabilidade de Israel.
Mais ainda: Israel não pode matar vítimas civis
inocentes. Mas terroristas também não. Todo
o resto do mundo pode. Isto - se foi Israel mesmo - o país
não tem o direito de se defender. Dito isto, vamos
as contradições das matérias. Divirtam-se:
Bem, as últimas informações que circulam
na mídia dizem que Mahmoud al-Mabhouh foi autopsiado
com veredito de morte por sufocamento. Isto não impediu
que ele tivesse morrido de "vários tipos de mortes
matadas", como diriam na gíria popular desde que
começaram as especulações acerca do caso.
Começando pelo Globo que em seu título já
acusa sem dúvida alguma os israelenses de terem
perpetrado a ação:
"Agentes israelenses matam líder do Hamas envenenado"
(Publicado no dia 31/01)
E no seu primeiro parágrafo: "Agentes israelenses
injetaram uma droga que imediatamente provocou um ataque cardíaco
e matou o líder do Hamas Mahmoud al-Mabhuh no quarto
do hotel em que ele estava hospedado em Dubai, informa
hoje o jornal britânico "The Times".
Será que esta droga sufoca o paciente, ou o eletrocuta?
Pois vejamos:
O Estadão em matéria do dia 29/01, diz em seu
primeiro páragrafo:
"O Hamas acusou nesta sexta-feira agentes israelenses
de terem assassinado um veterano integrante do grupo militante
islâmico, afirmando que ele foi eletrocutado na semana
passada num quarto de hotel em Dubai".
Ainda nesta matéria, mais adiante:
"O irmão de Al-Mabhouh, Hussein, de 49 anos e
que vive no campo de refugiados de Jebaliya, em Gaza, disse
que seu irmão "morreu por choques elétricos
e
sufocação com um pedaço de tecido"".
Acho que na tentativa de serem precisos e garantirem a morte,
os supostos agentes do Mossad, sufocaram, eletrocutaram e
envenenaram, só para ter
certeza de que o alvo estava liquidado mesmo.
Como são as contradições que fazem a
alegria de nós do De Olho Na Mídia, temos que
apresentar outra matéria do próprio Globo, mais
recente, de 23/02, desta vez em parceria com a BBC onde a
causa mortis muda também:
"Mabhouh foi encontrado morto em seu quarto no dia 20
de janeiro, tendo sido
eletrocutado e sufocado"
Uau...onde foi parar a droga mágica?????
Vamos retornar a matéria original? Afinal, ela traz
mais "detalhes" sobre o envenenamento:
"Como não encontraram nenhum sinal suspeito,
os médicos locais atribuíram a morte do líder
do Hamas a um ataque cardíaco.
No entanto, nove dias depois, amostras de sangue enviadas
a Paris para serem analisadas indicaram a presença
de veneno no corpo do miliciano".
Olha só que show de informação: no dia
29, o Estadão já dava a possibilidade de ter
sido eletrocutado e sufocado. Dia 31, o Globo aparecia com
este envenenamento, para no dia 23/02 adotar a postura do
eletrochoque e sufocamento também. Demais não?
E olha só que legal a teoria da conspiração:
na matéria original, o Globo diz que os médicos
acharam que a morte era natural. Ou seja, não havia
sinais externos de eletrochoques e sufocamentos. E ai descobriram
atráves de uma análise do sangue que foi veneno....
onde foi parar esta amostra de sangue agora, e de onde surgiram
os choques e as marcas de sufocamento? Ummmm....estas coisas
que aparecem e desaparecem no ar....
Mais ainda: estamos cansados de ver o termo "supostos"
ao redor das matérias envolvendo ações
terroristas palestinas, do Hizbullah contra Israel: "supostos
terroristas realizaram atentado...."; "supostos
mísseis lançados pelo Hamas"; "supostos
palestinos...."...agora quando tudo é uma grande
suposição e não existe MESMO certeza
de nada, o Globo, Estadão, não se viram na obrigação
de dizer: supostos agentes do Mossad? supostos israelenses?
Cade a coerência e imparcialidade? Só quando
interessa, não?
Mas a diversão está longe de acabar. As principais
pérolas desta matéria do Globo que é
exemplo do jornalismo calcado em fontes precárias e
desvirtuadas, ainda viriam a seguir. Sigam meu raciocínio,
caros Watson, Hasting e demais leitores do De Olho Na Midia.
Não é tão difícil assim. Segundo
a matéria, a morte teria parecido natural e o caso
do assassinato só teria sido descoberto com a análise
do sangue do terrorista morto. As imagens das câmeras
do hotel só foram liberadas muito depois e não
mostram estes detalhes. Mas vejam só o que a mosca
do Globo (só pode ter sido ela) testemunhou da ação
e relatou a seus redatores, conforme
publicado no texto:
"Em seguida, os agentes fotografaram todos os documentos
que Mabhuh levava após colocarem na porta do quarto
o aviso de "Não Pertube".
FANTÁSTICO! NÃO SE SABIA QUE O MOÇO
TINHA SIDO MORTO A NÃO SER POR UMA AMOSTRA DE SANGUE,
MAS SE SABIA QUE SEUS DOCUMENTOS TINHAM SIDO FOTOGRAFADOS
E O AVISO HAVIA SIDO ALTERADO EM SUA PORTA!!!!
Aliás, estes documentos também são outra
coisa que só o Globo viu. Não saiu em mais nenhum
lugar. Deveriam ter sido descobertos junto com o corpo e noticiados
por todo mundo, não? Além disso, acho que não
preciso ser Sherlock Holmes para perguntar: se os agentes
da ação já pretendiam matar o terrorista
do Hamas, PORQUE FOTOGRAFAR OS DOCUMENTOS, AO INVÉS
DE LEVAR CONSIGO OS ORIGINAIS? É, parece que a redação
do Globo compra qualquer coisa mesmo, desde que o rótulo
seja: "contra Israel, ação rápida
e efetiva..."
Afinal, qual seria a fonte desta matéria tão
tortinha e fraquinha do Globo (que não foi o único
diga-se de passagem a fazer especulações malucas,
vide o exemplo acima mostrado do Estadão)? Adivinhem
leitores? Vamos lá, vamos lá....com
vocês o próprio Globo e a resposta:
"O Hamas, então, anunciou a morte de Mabhuh e
culpou o serviço de inteligência
israelense, o Mossad, pelo assassinato".
Pronto, se o Hamas, que por sinal nunca mente, falou, tá
falado não é mesmo? Sem supostos, destaque no
título e bota tudo que o mesmo imaginou em suas conspirações
como parte da alegada ação israelense como verdade.
E viva o
jornalismo investigativo!
Agora com a palavra e mais detalhes, Jayme Copstein:
MOSSAD E HAMAS, VIDA E FICÇÃO
A vida copia a ficção ou a ficção
copia a vida? Ou a ficção se disfarça
de vida para esconder as ficções da vida? É
complicado este caso de Dubai, aonde Mahmoud al Mabhouh, líder
do Hamas, fora praticar seu inocente passatempo de comprar
armas e explosivos de traficantes internacionais e acabou
assassinado.
A primeira versão veio da gerência do hotel
– morte natural. Como todos estamos carecas de saber,
em hotéis de cinco estrelas para cima, tudo é
muito natural e está sempre sob controle, de furtos,
estupros e assassinatos a terremotos e
erupções vulcânicas.
As câmeras do sistema de vigilância mostraram
desusada movimentação de 11 pessoas em torno
de Abud Bud Bud, na portaria do hotel, o que despertou a suspeita
de assassinato. A BBC de Londres, em sua guerrinha particular
contra Israel, logo obedeceu à palavra de ordem “culpar
Israel” e adotou a versão da Polícia de
Dubai, de o crime ter sido cometido por agentes do Mossad,
já que os assassinos clonaram passaportes de pessoas
de várias nacionalidades, mas sete delas residentes
em Israel. Ou já não se fazem mais Mossads como
antigamente ou é a nova versão da velha anedota
do agente secreto português, cujos cartões de
visita diziam: “Manoel dos Anzóis, espião”.
No caso, “Itzak Khamor, shmock”
(Isaac Jumento, babaca).
Foram omitidos da versão dois insignificantes pormenores.
Primeiro, um líder como Mahmoud al Mabhouh não
se desloca sem forte esquema de segurança, o que explicaria
a presença de 11 agentes de sua guarda pessoal registrada
pelas câmaras de vigilância. Ou alguém
consegue acreditar que ele desembarcou do táxi, sozinho,
carregando a mala e foi entrando sem mais, sem menos, no meio
de uma manada de turistas? Nem o nosso Lula da Silva faria
isso, naquela pousada do litoral paulista onde passa as férias.
O segundo pormenor é o sigilo absoluto em torno da
missão de alguém que vai comprar armas clandestinamente
de traficantes internacionais. Só quem sabia da movimentação
de Mahmoud al Mabhouh era o alto comando do Hamas. Logo, só
“alguém de dentro” é que poderia
vazar a informação, com o objetivo de eliminá-lo.
Se foi o Mossad quem assassinou ou deixou de assassinar,
não pode ficar fora de foco que, quem dedou Mahmoud
al Mabhouh, ou com ele disputava poder dentro do Hamas. ou
se desentendeu quanto ao dinheiro que flui generosamente do
Irã e da Síria para os cofres da organização.
Fonte “De Olho na Mídia” de 25/02/2010
Muhammad Ali faz tratamento em Israel
Diagnosticado com mal de Parkinson em 1984, o ex-pugilista
Muhammad Ali vai iniciar nova etapa em sua luta contra a doença.
Convidado por uma empresa especializada em biotecnologia,
o lendário boxeador vai realizar um novo tipo de tratamento
em Israel.
- A filha de Muhammad Ali, Rashida Ali, contatou-nos após
ouvir falar do nosso trabalho com células tronco adultas
e assegurou que seu pai quer fazer parte dos testes que faremos
- afirma nota divulgada pela empresa.
O tratamento, dirigido inicialmente a pacientes que sofrem
de esclerose, pode ser ampliado para vítimas do mal
de Parkinson. Segundo a empresa, testes realizados com ratos
contra as doenças tiveram sucesso. Ali seria uma das
primeiras pessoas a testá-lo.
Um dos maiores pugilistas de todos os tempos, Muhammad Ali
encerrou em 1981 sua carreira de campeão dos pesos
pesados. Em 1984, foi diagnosticada a doença, que afeta
gravemente sua capacidade de comunicação.
Fonte: CAMBICI / Globo Esporte

Porto Alegre e Haifa podem se tornar cidades irmãs

A geminação de cidades, é um conceito
que tem como objetivo, criar relações e mecanismos
protocolares, essencialmente em nível econômico
e cultural, através dos quais cidades de áreas
geográficas ou políticas distintas, estabelecem
laços de cooperação.
Na Europa, estas paridades são designadas por cidades
gémeas ou geminadas, enquanto que no Brasil e nos Estados
Unidos da América, se designa normalmente de "cidade
irmã".
Geralmente, as cidades gêmeas têm características
semelhantes (demográfico, por exemplo) ou pontos e
referências históricas comuns. Este conceito
assemelha-se à prática da correspondência
na rede mundial, onde os amigos por correspondência
são cidades ou vilas no seu conjunto. Estes acordos
levam ao estabelecimento e intercâmbio cultural, partilha
de conhecimento, ensino (estudantes) e políticas empresariais
entre outras actividades.
Porto Alegre tem 13 cidades-irmãs: Kanazawa (Japão),
Morano Calabro (Itália), Ribeira Grande (Ilha dos Açores/Portugal),
La Plata (Argentina), Punta Del Este (Uruguai), Natal (Rio
Grande do Norte), Horta (Portugal), Rosário (Argentina),
São Petersburgo (Rússia), Portoalegre (Portugal),
Austin (Estados Unidos), Suzhou (China) e Newark (Estados
Unidos).
A Federação Israelita do Rio Grande do Sul foi
convidada pela prefeitura de Porto Alegre para participar
de uma reunião em que serão tratadas as questões
relativas à possibilidade de irmanamento entre o Município
de Haifa, em Israel, e a capital gaúcha.
Fonte: FIRS

História de Purim vira minissérie na
TV

Purim é um feriado judaico que comemora a salvação
dos judeus persas do plano de Haman para exterminá-los,
no antigo Império Persa tal como está escrito
no Livro de Ester, um dos livros da Bíblia. Este ano
o feriado começa no dia 27 de fevereiro. O nome "Purim"
vem da palavra hebraica "pur", que significa "sorteio".
Este era o método usado por Haman, o primeiro-ministro
do Rei Achashverosh da Pérsia, para escolher a data
na qual ele pretendia massacrar os judeus do país.
A partir do dia 3 de março a "A História
de Esther" poderá ser vista na TV Record numa
minissérie que tem como protagonista Gabriela Durlo,
em seu primeiro papel de destaque na televisão. A Rede
Record está investindo pesado na teledramaturgia e
almeja alcançar a liderança no segmento em que
a TV Globo domina, as minisséries.
Fonte: Menorah Rapidinhas
ANP ameaça adotar solução de Estado
único no conflito com Israel
Jerusalém, 26 fev (EFE).- A Autoridade Nacional Palestina
(ANP) ameaça optar pela solução de um
Estado binacional com Israel, segundo um documento elaborado
pelo negociador palestino Saeb Erekat, como revela hoje o
jornal "Ha'aretz".
Segundo esse documento, as autoridades palestinas advertiram
que poderiam abandonar o apoio aos acordos de paz de Oslo
de 1993, que se baseiam em uma solução de dois
Estados para o conflito palestino-israelense e que sentaram
as bases para o estabelecimento um ano depois da ANP na Cisjordânia
e Gaza.
O texto sobre a situação política para
o desenvolvimento da administração dos EUA e
o Governo israelense e o contínuo golpe de estado do
Hamas foi elaborado em dezembro de 2009 e cita várias
alternativas de resistência não violenta frente
à ocupação israelense como resposta ao
estagnado processo de paz.
Uma delas é o fim da cooperação no que
diz respeito à segurança com Israel até
que não sejam retomadas as conversas, paralisadas há
um ano.
A ANP exige que Israel pare a construção nas
colônias judias da Cisjordânia e Jerusalém
Oriental antes de retornar à mesa de negociações.
A minuta também contempla a possibilidade de anunciar
a anulação dos acordos de Oslo e inclusive a
dissolução da ANP.
O caos resultante da adoção da medida, segundo
o jornal, forçará Israel a retomar o controle
militar na Cisjordânia.
Outra das opções apontadas é o abandono
da visão de dois Estados para dois povos - o israelense
e o palestino -, e trabalhar por um Estado binacional que
abranja o território denominado Palestina histórica,
entre o Rio Jordão e o Mediterrâneo.
Erekat manifestou ao jornal em Tel Aviv que não é
partidário desta última opção,
mas que simplesmente a mesma é cogitada diante da contínua
rejeição do atual Governo israelense de retomar
o diálogo com base nos termos estipulados entre Israel,
a ANP e a anterior Administração dos EUA.
Com 21 páginas, o texto foi remitido nas últimas
semanas a vários analistas em política, a maioria
europeus, e revela alguns dos entendimentos alcançados
durante a Administração de George W. Bush.
Assim, se conheceu a disposição da ANP de estudar
as possibilidades de chegar a uma regra com Israel sobre a
questão dos direitos ao retorno dos refugiados palestinos,
um dos pontos fundamentais do conflito.
Erekat escreve que a ANP aceitou o retorno de 15 mil refugiados
por ano durante uma década, e que só permitiria
o retorno ao território de Israel com um acordo.
Também descreve o grupo islamita Hamas, que controla
a Faixa de Gaza pela força desde 2007, como um obstáculo
para alcançar a paz com Israel.
Fonte: G1 / EF
Fonte: Informativo FIRS de 26/02/2010
MANCHETES DE ÚLTIMA
HORA da RUA JUDAICA:
- Continuam os distúrbios entre palestinos e tropas
israelenses na cidade de Hebron onde o primeiro-ministro Fayyad
orou hoje na Tumba dos Patriarcas.
- Mahmoud A-Zahar, negociador sênior do Hamas para a
troca de prisioneiros palestinos pelo soldado israelense Shalit,
retirou-se das negociações alegando impasse
na lista de terroristas que Israel não admite libertar.
- Hillary Clinton intervém para suspender o embargo
ao embarque de peixe carpas asiático de uma peixaria
americana destinado a Israel para a festa de PESSACH.
- Polícia de Dubai procura colaboração
internacional para localizar 26 suspeitos de participarem
das ações contra militante do Hamas.
- Cresce a popularidade internacional do Mossad com aumento
nas vendas de objetos com seu emblema
JORNAL ISRAELENSE HAARETZ REVELA ALTA TRAIÇÃO
NO HAMAS
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, ordenou
a abertura de uma investigação para apurar se
passaportes britânicos teriam sido usados por suspeitos
de assassinar o líder do grupo islâmico Hamas
Mahmoud al-Mabhouh, no dia 20 de janeiro em Dubai. A polícia
de Dubai divulgou nesta semana a lista das 11 pessoas que
teriam participado do assassinato do comandante militar do
Hamas.

Mosab Hassan Yousef, filho de um dos fundadores do Hamas,
serviu como um informante do Shin Bet, o serviço de
segurança interna de Israel, por mais de uma década.
Agora, as memórias de Musab, escritas por Ron Brackin
e reunidas no livro "Filho do Hamas", serão
lançadas nos EUA, como informa a edição
desta quarta-feira do jornal israelense Ha'aretz.
Segundo o periódico, as informações secretas
fornecidas aos agentes israelenses pelo filho de Sheikh Hassan
Yousef, fundador do movimento islâmico palestino e um
dos seus líderes na Cisjordânia, ajudou a prender
ativistas e a impedir dezenas de atentados. Mas a obra, que
estará nas livrarias em uma semana, é vista
como uma ameaça ao Shin Bet, pois expõe os métodos
que o serviço secreto adotou entre os anos 2000 e 2005
para
aniquilar terroristas palestinos.
"Durante a Segunda Intifada (a da Mesquita al-Aqsa,
lançada em 28 de setembro de 2000), Musab entregou
informações que levaram à detenção
de palestinos responsáveis pelo planejamento de atentados
suicidas, entre os quais estariam Ibrahim Hamid, Marwan Barghouti
e Abdullah Barghouti", diz a publicação.
Na sua página no Facebook, Musab Hassan Yousef define
o livro como ''um relato envolvente de terror, traição,
intriga política, e escolhas impensáveis".
"A minha história vai surpreender a todos. Vai
ser como um tsunami no Oriente Médio", escreveu
Musab. "Isso vai se espalhar como fogo selvagem.
O seu primeiro contato com o Shin Bet, conta, se deu em 1996,
quando agentes o prenderam. No ano seguinte, ele foi libertado
como informante israelense. Considerado a mais confiável
fonte do Shin Bet no alto escalão do Hamas, Musab ganhou
o apelido de "príncipe verde" - em referência
à cor-símbolo do movimento islâmico e
ao seu "pedigree".
A revelação é mais um golpe para o Hamas,
que sofreu um revés mês passado, quando um de
seus comandantes foi assassinado em Dubai. As autoridades
do movimento acusaram Israel pelo crime, e houve relatos de
que uma informação privilegiada teria ajudado
os assassinos.
O Hamas alega que já desconfiava das atividades de
Yousef há anos, e o mantinha sob observação
para impedi-lo de coletar informações valiosas.
Seu pai, o xeque Hassan Yousef, um dos fundadores do grupo
militante islâmico em 1980, emitiu um comunicado através
de seu advogado dizendo que seu filho tinha sido vítima
de ''chantagem' 'pelas autoridades israelenses durante uma
temporada na cadeia, em 1996.
Segundo fontes do serviço secreto de Israel, no entanto,
Musab não ajudou as forças israelenses em troca
de dinheiro, mas porque "queria salvar vidas". Na
entrevista ao Ha'aretz, ele teria declarado que "gostaria
estar em Gaza no momento, para vestir um uniforme do Exército
(israelense) e se unir às forças especiais para
libertar Gilad Shalit", o soldado sequestrado pelo Hamas
e outras duas facções palestinas há três
anos
e meio.
Musab disse ao jornal que esperava enviar uma mensagem de
paz, mas que permanecia pessimista sobre as perspectivas para
acabar com o conflito entre israelenses e palestinos.
- O Hamas não pode fazer a paz com os israelenses.
Isso vai contra o que seu Deus lhes diz. É impossível
fazer a paz com os infiéis - disse ele ao Ha'aretz.
A HISTÓRIA DA RAINHA ESTER EM MINISSÉRIE
NA TV
Nova minissérie da Record, com estréia prevista
para 03 de março, A História de Ester, conta
a trajetória de uma mulher audaciosa e determinada
que se tornou referência da cultura judaica e de toda
a História. A trama, adaptada por Vivian de Oliveira,
e dirigida por João Camargo, se passa por volta de
400 a.C., na antiga Pérsia, onde hoje é o Irã.
Hadassa, órfã, judia, adota o nome Ester para
se defender da perseguição dos amalequitas aos
judeus. Sem revelar sua verdadeira origem, Ester conquista
o amor de Assuero (rei da Pérsia), se torna rainha
e provoca mudanças na personalidade do monarca, que
logo são notadas por todo o reino. Mas influenciado
pelo Primeiro Ministro, que é amalequita, Assuero decide
aniquilar o povo judeu da Pérsia. É quando Ester,
após 3 dias e 3 noites de orações e jejum
de seu povo, se enche de fé e decide revelar sua verdadeira
origem ao rei, implorando pelos judeus e por sua própria
vida.

Por Lorena Forti
Assuero decreta a permissão para que o povo judeu prepare
a sua defesa. E no dia 13 de Adar ocorre o grande duelo, donde
os judeus saem vitoriosos. A vitória é comemorada
até hoje pelos judeus de todo o mundo com a festa de
Purim. A minissérie de 10 capítulos tem como
casal protagonista os jovens talentos: Marcos Pitombo (como
Assuero) e Gabriela Durlo (como Ester). No elenco, outros
nomes, alguns já consagrados na teledramaturgia brasileira:
Ewerton de Castro (como Mordecai, pai adotivo de Ester), Paulo
Gorgulho (como Hamã,o primeiro ministro amalequita),
Paulo Figueiredo (como Memucã, nobre persa conselheiro
do rei), Roberto Pirillo (como Escriba) e Giuseppe Oristanio
(como Joel). Outros, da nova geração, firmam
suas carreiras na TV: Vanessa Gerbelli, Juan Alba, Paulo Nigro,
Cássia Linhares, Gabriel Gracindo, Rocco Pitanga, Daniela
Galli, André Di Mauro, Letícia Colin, Maria
Ceiça, Eliece Cigarini, Márcio Kieling, Maurício
Ribeiro, Felipe Martins, Lana Rodes e Vitor Hugo.
Fonte: “Noticias da Rua Judaica” edição
de 26/02/2010 por Osias Wurman

Alunos brasileiros poderão concorrer à
bolsa de estudos parao
Instituto Weizmann de Ciências
Pelo terceiro ano consecutivo, o grupo Amigos do Instituto
Weizmann do Brasil vai proporcionar a três alunos brasileiros,
que serão escolhidos por meio de um concurso, a oportunidade
de participar do "International Summer Science Institute",
juntamente com cerca de 70 estudantes recém formados
no segundo grau e provenientes de diversas partes do mundo.
Com modernos laboratórios que abrigam mais de 2500
cientistas, técnicos de laboratório e estudantes,
o Instituto Weizmann, localizado em Rehovot (Israel), figura
na vanguarda da investigação científica
e vêm fazendo grandes contribuições para
a humanidade no tratamento de doenças como o câncer
e a esclerose múltipla e no campo das investigações
científicas.
Quando acontece - De 05 a 29 de julho de 2010.
Como funciona - Os estudantes do "International Summer
Science Institute" terão à sua disposição
os mais modernos laboratórios nas áreas de bioquímica,
biologia, química, matemática, ciência
da computação e física. Além disso,
participarão de seminários de pesquisa e apresentarão
seminários em assuntos de seu interesse. Após
três semanas de trabalho laboratorial, o grupo se deslocará
para realizar um trabalho de campo no deserto, próximo
ao Mar Morto, onde realizarão estudos de biologia,
geografia, história e arqueologia, em um eco-sistema
único e peculiar.
Quem pode participar - Poderão se inscrever estudantes
de todo o Brasil que estejam cursando o primeiro ano do Ensino
Superior. É essencial o domínio do inglês.
Como participar - Para participar do processo seletivo é
necessário acessar o site: www.amigosdoweizmann.org.br/issi,
preencher a ficha de inscrição e elaborar uma
redação em inglês que deverá ser
despachada até o dia 22 de março de 2010. A
segunda fase do processo inclui a entrevista pessoal com os
candidatos selecionados, que acontecerá em São
Paulo, no dia 10 de abril de 2010.
Um cardiologista israelense quebrou um tabu em seu país
publicando um livro completo com receitas de carne suína.
O autor, Eli Landau, garantiu que sua motivação
foi pessoal. Ele cresceu em Tel-Aviv e um dia um pequeno abatedor
de carnes, também judeu e religioso, chegou à
casa de sua mãe, no começo de 1950, para agradecer
a ajuda recebida durante o inverno frio na II Guerra Mundial,
no gueto de Lodz, na Polônia. O homem deu um pedaço
de presunto para sua mãe e disse: "Isso salvou
a minha vida no gueto". Para muitos israelenses tradicionais,
carne suína não é mais um tema tabu e
ela pode ser encontrada em restaurantes e em alguns supermercados.

O
Instituto Cultural Judaico Marc Chagall, com apoio da Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, lançou o segundo número
da WebMosaica. Publicada exclusivamente online, com periodicidade
semestral, ela pode ser acessada gratuitamente, na íntegra,
no endereço www.seer.ufrgs.br/webmosaica. Entre os
destaques deste segundo número está o dossiê
Scholem Aleichem e o humor judaico, incluindo textos de Jacó
Guinsburg, Dina Lida Kinoshita e David Roskies. Na seção
de temas livres, entre outros, Berta Waldman analisa a obra
do escritor israelense Daniel Grossman e o filósofo
Marcelo Dascal trata do conflito árabes x judeus em
Israel. A revista também traz uma entrevista com o
escritor Moacyr Scliar, feita pela professora Regina Zilberman
em uma forma de diálogo. As seções “Memória”
– com relatos pessoas – e “Resenhas’
completam o volume. A revista já está aceitando
artigos para os próximos números. Um deles será
publicado em junho de 2010, com um dossiê sobre o tema
“Judeus: Memória e História”. O
número seguinte, a ser publicado em dezembro de 2010,
contará com um dossiê sobre o tema “Os
Judeus e as ideologias”. Além de artigos para
os dossiês, a revista também está recebendo
textos para a seção de temas livre, resenhas,
entrevista e para a seção “Memória&rdq
uo;.
Os artigos podem ser enviados pelo site da revista ou diretamente
para o e-mail webmosaica@hotmail.com.
Fonte: “Jornal Alef” edição 1.412
www.jornalalef.com.br
Israelense cria método de ensino de inglês pelo
telefone
A empresa israelense La Mark desenvolveu um novo método
para o ensino do inglês. Por meio do telefone celular,
o aluno tem acesso a exercícios interativos, arquivos
de áudio e vocabulário com mais de mil palavras.
Também pode participar de comunidade de relacionamento
e de jogos em inglês. Através do serviço,
o assinante pratica conversação, leitura e escrita
em inglês, por meio de sessões curtas, em qualquer
horário e local. No Brasil, o método já
está disponível pela operadora Vivo. O Kantoo
English é cobrado semanalmente, ao custo de R$ 3,99.
Para estimular o uso da plataforma, o usuário é
isento do custo com downloads e tráfego desses dados.
Fonte: Pletz de 26/02/2010

Estudo israelense afirma que casamento feliz pode evitar derrame
nos homens
Para os homens, um casamento feliz pode trazer mais do que
alegria e satisfação: ele pode ser bom para
a saúde. É isso que sugere um estudo realizado
pela Universidade de Tel Aviv, que aponta que, se você
é homem, o matrimônio pode ajudar a diminuir
os riscos de derrame – isso se ele for bem conduzido,
é claro. Para o estudo, apresentado na Conferência
Internacional da Sociedade Americana de Derrame, os pesquisadores
analisaram questionários preenchidos na década
de 1960 por funcionários públicos israelenses.
Aos cerca de 10.000 participantes israelenses, que tinham
em torno de 49 anos, foi pedido que classificassem seus casamentos.
Durantes os seguintes 34 anos, os pesquisadores rastrearam
quais participantes morreram vítimas de derrame e depois
compararam os questionários.
Após levarem em conta fatores como a pressão
alta, o tabaco e as condições socioeconômicas
de cada um, os pesquisadores estabeleceram uma relação
entre o casamento e o derrame. De acordo com os resultados
apresentados, os homens solteiros apresentam risco 64% maior
de derrame quando comparados aos homens casados. No entanto,
os pesquisadores descobriram que homens com um casamento infeliz
também correm perigo. Em relação aos
homens com um casamento feliz, eles têm 64% mais riscos
de um derrame. Estudos anteriores já sugeriam que as
emoções e a qualidade das relações
humanas podem impactar na saúde. Segundo cientistas,
relacionamentos estressantes podem aumentar o risco de doenças
cardíacas enquanto a felicidade pode evitar esses mesmos
males. (fonte: VEJA)
Fonte: Pletz de 27/02/2010
Equipamente israelense detecta bactérias
em 3 segundos

O FoodScan 3000 agiliza análise dos alimentos e dispensa
a necessidade de laboratórios
A tecnologia do FoodScan 3000, equipamento desenvolvido pela
empresa israelense MS Tech “permite identificar a presença
de bactérias ou a contaminação nos alimentos
antes que nossos sentidos possam denunciá-las”,
afirma a empresa. De acordo com a fabricante, o aparelho portátil
detecta, em apenas três segundos, os agentes contaminantes
mais comuns dos alimentos, como Salmonella, E. coli, Listeria
e outros. Ele pode ser combinado a sistemas de GSP ou Wi-Fi
para informar sobre a presença de eventuais contaminações
à uma base de dados central. Com um banco de dados
expansível sobre ameaças de contaminação
e suporte para várias línguas, o equipamento
pesa 800 gramas e vem com uma bateria de 4 horas. O FoodScan
não utiliza nenhum tipo de sustância radioativa
ou química para fazer a análise dos alimentos,
apenas o odor. Pode ser usado em hospitais, escolas, restaurantes
e até por consumidores finais. Não depende de
análises laboratoriais, geralmente caras e demoradas.
(fonte: Revista Galileu).
Fonte: Pletz de 01/03/2010
Lula visita Israel e quer ampliar comércio
entre os países
BRASÍLIA
- O governo quer aproveitar a visita do presidente Luiz Inácio
Lula da Silva a Israel, neste mês, para aumentar os
laços de comércio e firmar acordos de cooperação
em inovação com aquele país, informou
o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral,
que chega hoje a Tel Aviv para uma rodada de encontros com
autoridades israelenses.
Barral acredita que o Brasil poderá beneficiar-se
dos fundos destinados por Israel para investimentos em pesquisa
e desenvolvimento industrial, que somam US$ 500 milhões
anuais. Entre as áreas onde o secretário vê
grande potencial de associação entre empresas
brasileiras e israelenses estão o setor farmacêutico,
equipamentos médicos e de software.
O comércio entre os dois países é ainda
pequeno; as exportações brasileiras a Israel
caíram de pouco menos de US$ 400 milhões em
2008 para US$ 270,5 milhões no ano passado, na maior
parte carne e derivados e commodities, como soja, café
e açúcar. O Brasil importa mais: US$ 1,2 bilhão
em 2008 e US$ 651 milhões no ano passado, quase metade
em fertilizantes, e também produtos médicos,
inseticidas e manufaturados.
Segundo o secretário, a grande abertura do mercado
de Israel, com quase 70% das importações isentas
de tarifas, torna o país um destino atraente para as
empresas brasileiras. " A maior barreira é a da
informação " , afirma. Para Barral, uma
prioridade nos contatos comerciais com os israelenses é
o estímulo às associações de investimentos
e à troca de experiências em inovação.
Em Israel há cerca de 300 fundos de capital de risco
e 27 parques tecnológicos, com empresas de alta tecnologia
como a Intel, que desenvolveu lá alguns de seus principais
produtos.
O governo brasileiro tem procurado laços comerciais
com Israel para reafirmar a neutralidade do país em
relação aos conflitos no Oriente Médio,
ainda que as declarações das autoridades brasileiras
sejam favoráveis às demandas da Autoridade Palestina
em relação ao governo israelense e seja unânime
no Planalto a condenação à expansão
dos assentamentos israelenses nos territórios palestinos.
Para evitar atritos com os países árabes, as
iniciativas em direção a Israel tem sido acompanhadas
de ações semelhantes em relação
aos paises vizinhos, como na reunião que o presidente
Lula fará a Tel Aviv na segunda quinzena de março,
que será seguida por uma visita aos territórios
palestinos e à Jordânia, com quem o Mercosul
também negociou acordo de livre comércio.
Fonte: Valor Online / O Globo
Fonte: Informativo FIRS de 02/03/2010
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