CANCELADO
O EVENTO MÍOPE
Um memorando interno do Itamaraty informou que o amistoso entre
Corinthians e Flamengo, previsto para o dia 15 de setembro,
nos territórios palestinos, está cancelado em
virtude da falta de tempo para angariar recursos. Mas deixa
aberta a porta para que o “Amistoso da Paz” aconteça
em março de 2010. Os clubes, que tinham a intenção
de viajar juntos, encontraram inclusive dificuldades para fechar
com a TAM. E o avião estilizado com os escudos de ambos,
um sonho dos departamentos de marketing, também não
se viabilizou até o momento. Alguns aventureiros comunitários,
na esperança de faturarem a falsa imagem de “grandes
líderes”, e que estimulavam o jogo apenas em
Ramallah não contemplando o lado israelense, ficarão
a ver navios em suas enganosas intenções.

EVENTO COM VISÃO CORRETA

MATANÇA EM GAZA
A calma voltou à Faixa de Gaza após um
final de semana(15/8) de violência que custou a vida
de 28 pessoas. Foi realizado o último dos funerais
dos combatentes do ‘Jund Ansar Allah’ mortos na
repressão pela organização do Hamas.
Este episódio demonstrou o controle rígido que
o Hamas mantém sobre a Faixa de Gaza. Os eventos ressaltam
um fenômeno que é pouco conhecido, e que ocorre
na Faixa de Gaza e em menor grau na Cisjordânia –
que é o crescimento do estilo de islamismo Salafi,
da al-Qaeda, em parte da população palestina.
O Jund Ansar Allah não surgiu de repente, ou é
resultado de um vácuo, e a sua derrota não significa
o final desta questão. Quem são os Salafis?
Salafiyya é uma tendência extrema do islamismo
sunita. Os salafis afirmam que qualquer um que não
consegue manter e defender qualquer aspecto da Sharia não
é um muçulmano e deverá ser considerado
como um kufar (não-muçulmano). Jihadistas Salafis
consideram que cabe aos muçulmanos lutarem e deporem
todos os governos controlados por kufars. Um grande número
de pequenos grupos armados Salafi existe na Faixa de Gaza,
dos quais o Jund Ansar é um deles. Estes grupos fazem
parte de uma sub-cultura mais ampla e que comanda a fidelidade
de pelo menos 50.000 pessoas, e provavelmente muitos mais.
O estilo talibã de vestir adotado pelos que apóiam
o salafismo está se tornando cada vez mais aparente
em Gaza. Existem dois principais modos de atividades salafistas
em Gaza – que são - al-Salafiya Da'awiya - isto
é, o salafismo civil, que atua no trabalho missionário
e na pregação, e o al-Salafiya Jihadiya, do
qual a al-Qaeda é o ramo mais conhecido em todo o mundo,
e que está empenhado em ações violentas.
Não há uma divisão hermética entre
esses dois modos. Pelo contrário, a atividade da primeira
é a porta de entrada para a posterior participação
na militância, e o trabalho missionário constrói
uma base de apoio na sociedade que é essencial para
o êxito das ações militares. As atividades
dos Salafis são bem-financiadas, com dinheiro que vem
do Golfo. Conforme uma fonte informou "milhões
de petrodólares chegam a cada mês". O leque
dos grupos armados Salafi incluem o Jaish al-Islam (Exército
do Islã), Al-Saif al-Haq Islamiyya (Espadas da Justiça
Islâmica), Jaish al-umma (Exército da Nação)
e o Jaljalat (O Trovão) que é formado por ex-combatentes
e desafetos do Hamas que atuaram no período do cessar-fogo,
em Junho de 2008. A Jund Ansar Allah que foi fundada em novembro
de 2008, surgiu a partir deste meio. Desde que o Hamas tomou
o poder em Gaza, os Salafis se envolveram em numerosos atos
de violência contra pessoas e instituições
que acreditam serem ‘kufar’, e que incluíram
ataques contra cafés de Internet, livrarias, salões
de beleza e instituições que representam a pequena
comunidade cristã local. Jovens mulheres e homens suspeitos
de envolvimento em comportamento "imoral" foram
assassinados. As autoridades do Hamas oficialmente se opõem
contra tal comportamento, mas pouco fazem para impedir ou
diminuí-lo. O Hamas, porém, estabelece um limite
nas atividades que poderiam desafiar a sua própria
autoridade ou o direito de comando. A supressão do
Jund Ansar Allah aconteceu depois que o seu líder denunciou
o Hamas como sendo ‘kufar’ e proclamaram a criação
de um Emirado Islâmico em Gaza. Atraiu bastante a atenção
a rapidez e a brutalidade do Hamas por sua ação
logo em seguida. Mas esta não foi a primeira vez que
os governantes de Gaza deixaram claro para o Salafis que têm
que respeitar os limites estabelecidos por eles. A mesquita
de al-Albani Jabalya, por exemplo, foi invadida no dia 17
de maio de 2008 pela Força Executiva do Hamas. Trinta
homens e mulheres foram atingidos no ataque. O imã
da mesquita havia proferido naquela tarde um sermão
considerado insultuoso e ridicularizando o Hamas.

Criminosos podem falsificar o DNA
A possibilidade de que criminosos inteligentes possam falsificar
o DNA de amostras de sangue e saliva para incriminarem ou
inocentarem suspeitos foi demonstrada por cientistas do Instituto
de Ciências Weizmann em Rehovot e pela Divisão
de Identificação de Ciências Forenses
da Polícia de Israel. Os Dr. Dan Frumkin, Dr. Adam
Wasserstrom, Ariane Davidson e Arnon Grafit acabam de publicar
um artigo de alerta na ‘FSI Genetics (Forensic Science
International’, que é parte do prestigioso grupo
de publicações da Elsevier, ‘Genetics’).
A notícia de que o "padrão básico"
da prova nos processos penais poderia ser fabricado despertou
muito interesse no mundo inteiro, depois de ter sido publicada
no The New York Times e transmitida pela TV pela CBS. De acordo
com esse artigo Frumkin e seus colegas foram capazes de fabricarem
amostras biológicas contendo DNA e - utilizando o acesso
a perfis de DNA de um banco de dados genéticos –
de construírem uma amostra de DNA que corresponderia
a um perfil único, apesar de não receberem qualquer
material biológico da pessoa a quem pertenceria o perfil.
Os autores informaram que uma pessoa não precisaria
ser um perito em medicina legal para fazer isso, mas somente
ter estudado alguns anos numa faculdade de biologia. Como
resultado desta técnica os advogados e os tribunais
poderiam se considerar incapazes de afirmar em casos de estupro,
assassinato ou outros crimes contra um suspeito cujas amostras
do DNA foram deixadas na cena de um crime ou em suas vítimas.
No entanto, isso não tornaria desnecessário
que os testes de amostras do DNA fossem utilizados como método
de identificação de criminosos, afirmaram os
pesquisadores israelenses. Eles desenvolveram um teste para
autenticar os resultados através da distinção
entre o DNA natural e o artificial com base na "análise
de metilação" de certos pontos do DNA natural
e que foi utilizado com sucesso em amostras naturais e artificiais
de sangue, saliva e de superfícies tocadas pelos suspeitos.
Eles concluíram que seria necessário que os
investigadores adotassem um teste de autenticação
das amostras biológicas das cenas do crime, ou das
vítimas para manter em alta a credibilidade da prova
do DNA no sistema judicial. O Prof. Ephrat Levy-Lahad, chefe
do instituto de genética médica do Centro Médico
Shaare Zedek em Jerusalém declarou ao jornal ‘The
Jerusalem Post’ que os criminosos, com tais intenções
poderiam ser capazes de fazerem isso com a tecnologia existente
e com algum conhecimento de genética. "Eles necessitariam
ter acesso a equipamentos que realizam reações
em cadeia da ‘polimerase (PCR)’ para ampliar o
DNA. Devido ao desenvolvimento da técnica da amplificação
de todo o genoma (‘Whole Genoma Amplification = WGA’)
que já existe há vários anos, ao invés
de analisar apenas uma parte específica do genoma de
um indivíduo, isto é possível, mas eu
não ouvi falar de crimes cometidos com a PCR"
informou Levy-Lahad.
Fonte: “Noticias da Rua Judaica”
edição de 25/08/2009 por Osias Wurman

Novo filme do diretor Quentin Tarantino, "Bastardos inglórios",
estrelado por Brad Pitt, chegou aos cinemas americanos debaixo
de veementes ataques dos judeus. O longa conta a história
de um grupo de judeus americanos que vai a Paris ocupada pelo
ditador Adolf Hitler com a missão de matar todos os
nazistas que encontrarem no caminho. A intenção
do comando é cometer um atentado sobre a alta cúpula
do nacional-socialismo dentro de um cinema da capital francesa.
O jornal americano "Jewish Daily Forward" classificou
a produção como "um pornô de vingança
judaica". Já o "Jewish Ledger" publicou
que "para aqueles que conhecem e entendem o Terceiro
Reich e o Holocausto o filme é chocantemente superficial".
Já o britânico "Jewish Chronicle" afirma
que a produção sugere uma ligação
entre judeus e terroristas. "Traz a ideia de inspirar
o terror por meio de mutilação e decapitações,
o que inevitavelmente evoca mestres da crueldade de hoje em
dia".

A Confederação Israelita do Brasil/Conib e a
Federação Israelita do Rio Grande do Sul vão
promover o curso “Oriente Médio – Jornalismo
de Paz”. O evento contará com a participação
do jornalista israelense Dov Shinar, que coordena o Centro
de Estudos de Conflito, Guerra e Paz, na Escola de Comunicação
da Faculdade de Netanya; do jornalista Jaime Spitzcovsky,
da Conib, e da doutora em História Analúcia
Danilevicz Pereira. As aulas serão realizadas no sábado
(dia 29 de agosto), no Hotel Plaza São Rafael, em Porto
Alegre. Informações: (51) 3019-4700
ARTIGO
Massacres e história
de refugiados
Herman Glanz
Em 23 de agosto lembramos os 80 anos do Massacre de Hebron,
quando foram assassinados pelos muçulmanos, a sangue
frio, 67 judeus residentes e deixando grande número
de feridos, acabando por expulsar todos os judeus ainda restantes,
judeus que lá estavam de há muito. Naquele tempo
não se falava em “Estado Palestino Árabe”
nem havia “territórios ocupados” e a Palestina
se encontrava sob Mandato Britânico, com a finalidade
determinada pelas Nações Unidas (então
com o apelido de Liga das Nações), para implantação
do Estado Judeu. Foi mais um episódio de matança
de judeus por serem odiados. As expulsões de judeus
não figuram nas estatísticas, sendo omitidas
sistematicamente, inclusive pelos próprios judeus,
por se terem acostumado a sofrer o ódio em silêncio.
O Movimento Sionista e a mentalidade judaica se achavam conscientes
da submissão aos ataques e assassinatos, como parte
do destino, que nem os contabilizam. Nem as mais recentes
expulsões dos judeus dos países árabes,
desde 1948, têm sido convenientemente divulgadas e exigidas
as devoluções dos bens seqüestrados e as
reparações devidas. Quando os judeus reagem
em legítima defesa aparecem números de palestinos
mortos, em geral ficticiamente inflados. O problema é
antigo e demonstra que os judeus, mesmo lutando para se defender
dos ataques sofridos, não aprenderam a se defender
de uma outra guerra, a guerra da propaganda.
Alguém poderia objetar que os judeus estavam lá
ocupando terras dos árabes, que lá estariam
antes da presença judaica na Palestina. Não,
não é verdade. Em primeiro lugar o nome Palestina
é uma designação romana para o Reino
da Judéia, depois da re-volta de Bar Kochba, com o
propósito de eliminar vestígios dos judeus naquele
Rei-no, com a conseqüente expulsão e escravização
dos judeus lá residentes. Em segundo lugar foi a constante
ocupação: esse Reino ficou ocupado por imperialistas
estrangeiros sucessivamente, apesar de revoltas que, por curtos
períodos, restabeleceram a soberania judaica, revoltas
logo sufocadas por reforços poderosos dos invasores.
Mas devemos assinalar que o Reino da Judéia, mesmo
com o nome de Palestina, sempre manteve uma população
judaica até novamente restabelecida a soberania judaica
em 1948, em parte do território daquele Reino. Devemos
não esquecer, por exemplo, quando da Primeira Cruzada,
foram assassinados os judeus que se concentraram nas sinagogas;
logo havia judeus. Nunca lá existiu um Estado Palestino
Islâmico até hoje. Há fortes pressões
de potências ocidentais, como a do Presidente americano,
Barak Obama, e de países árabes para que seja
criado um Estado Palestino islâmico, mas não
existe, oficialmente, até agora um Estado Palestino
árabe e islâmico.
Quando se esfacelou o Império Turco, no final da Primeira
Guerra Mundial, dentro da sua antiga extensão territorial
foram criados o Líbano, a Síria, o Iraque, a
Arábia Saudita e, posteriormente, a Jordânia,
e a Palestina foi entregue a um Mandato aos ingleses para
implantar o Estado Judeu. Durante o domínio turco,
judeus e cristãos podiam viver com certa tranqüilidade,
como cidadãos de segunda classe, os ‘dhim-mi’,
mas admitidos. Foi durante o domínio turco que o Movimento
Sionista iniciou sua atuação, lembrando que
Tel-Aviv completou 100 anos, erguida em pleno Império
Turco, antes da I Guerra Mundial.
Dois fatores contribuíram para o grande aumento da
população árabe da Palestina (o antigo
Reino da Judéia), no século passado: primeiro,
foi o empreendimento sionista trazendo imigrantes árabes
em busca de trabalho, especialmente porque no Império
Turco não havia fronteiras dos países árabes
depois criados; segundo, foram os refugiados da I Guerra,
em número muito grande, deixando a população
judaica extremamente minoritária. Devemos nos lembrar
que até Karl Marx, que não era simpático
aos judeus, indicou, em artigo, maioria absoluta judaica em
Jerusalém do século XIX. E, interessante, não
existe nenhum movimento para o retorno dos refugiados árabes,
que deveriam deixar a Palestina indo para suas localidades
de origem, especialmente o Iraque, de onde saíram,
quando da I Guerra, por lá terem ocorrido encarniçadas
lutas, em terras hoje iraquianas, e que terminaram em tremenda
e sacrificante derrota dos ingleses pelos turcos e trouxeram
os refugiados árabes para a Palestina. Somente depois
de mudada a estratégia os ingleses derrotaram os turcos
e
entraram também na Palestina.
Foram os mandatários ingleses, a partir de 1920, que
trouxeram os ataques contra os sionistas da Palestina, especialmente
com a indicação de Haij Amim Husseini como Mufti
de Jerusalém, que muito instigou as desavenças,
pois era nazista, tendo mais tarde se aliado a Hitler. As
Mesquitas de Omar (a do domo de Ouro), e a de Al Aksa foram
reformadas a partir de 1924, pois até então
viviam abandonadas e em ruínas, conforme fotografias
existentes em universidade libanesa. A Palestina nunca foi
antes reduto de árabes islâmicos. Mas hoje a
guerra da propaganda islâmica quer negar tudo que é
judaico, negando até a existência do Templo de
Jerusalém, apesar do triste massacre que a data de
23 de agosto nos lembra, e que serve como prova da presença
judaica em Israel, desde tempos imemoriais.
Fonte: “Jornal Alef” edição
1.353 www.jornalalef.com.br
Artigo:
O novo Consenso Nacional de Israel
Talvez seja este o artigo mais importante que eu tenha escrito
neste ano. Israel entrou numa nova era de pensamento e de
política em que as velhas categorias de esquerda e
de direita, falcão ou pomba, tornaram-se irrelevantes
em função do governo de união nacional
que conseguiu articular os dois maiores partidos do país.
Como surgiu esse novo paradigma? Entre 1948 e 1992, o consenso
consistia em que a OLP e a maioria dos regimes árabes
desejavam destruir Israel. Quando— ou se — chegasse
o dia em que eles estivessem prontos para negociar seriamente,
veríamos o que aconteceria.
Então veio o acordo de Oslo e uma grande mudança.
A concepção do governo era que talvez os palestinos
e os estados árabes tinham aprendido o preço
da sua intransigência suficientemente para fazer com
que a paz fosse possível. A esquerda pensou que um
acordo poderia trazer paz verdadeira; a direita pensou que
era um truque que conduziria a um novo estágio do conflito,
em termos menos favoráveis a Israel.
Mas ambos esperavam que um acordo se materializasse.
O ano de 2000, o fracasso de Camp David, a rejeição
síria e palestina das generosas ofertas, bem como a
segunda intifada, destruíram as ilusões.
Desde então, o país procurou um novo paradigma.
O primeiro ministro Ariel Sharon ofereceu o unilateralismo;
o primeiro ministro Ehud Olmert e a ministra das relações
exteriores Tzipi Livni ofereceram constantemente mais e mais
em troca de nada. Quanto mais se empenharam nesse rumo, mais
críticas internacionais foram dirigidas a Israel.
Agora, um novo enfoque finalmente emergiu, capaz de reverter
essa situação. Pode-se descrevê-lo assim:
Israel quer a paz mas não hesita em expressar não
somente o que quer e precisa mas também o que é
necessário para criar uma situação estável
e melhor. Para assegurar que a violência e a instabilidade
cessem realmente, é necessário:
• Reconhecimento de Israel como Estado Judeu. Sem esse
passo, o "dia seguinte" a qualquer acordo de “paz”
serão outras décadas adicionais de esforço
para destruir Israel em todos os sentidos, menos – temporariamente
– no que se refere à sua designação.
• Absoluta clareza de que o acordo de paz encerra definitivamente
o conflito bem como todas as exigências feitas a Israel.
De não ser assim, a liderança palestina e boa
parte do mundo árabe considerarão qualquer acordo
de “paz” como uma autorização para
desencadear um novo estágio nos combates, usando a
Palestina como base para ataques
e exigências renovados.
• Sólidos mecanismos de segurança e sérias
garantias internacionais para os mesmos. Sem qualquer sombra
de dúvida, eles serão testados a partir de quaisquer
ataques
desferidos através das fronteiras.
• Um estado palestino não militarizado (que
é uma melhor descrição do que “desmilitarizado”),
com as consideráveis forças de segurança
que eles já possuem, suficientes para a segurança
interna e legítima defesa mas não para agressão.
• Os refugiados palestinos deverão ser assentados
na Palestina. A exigência de um “direito de retorno”
é apenas um argumento para erradicar Israel do mapa
mediante
subversão interna e guerra civil.
Se Israel obtiver o que pede - e o que um processo de paz
bem sucedido requer — aceitará a solução
de dois estados, um estado palestino árabe muçulmano
(que é a definição da própria
Autoridade Palestina) lado a lado com um estado judeu, convivendo
em paz.
Parte desse novo pensamento é a compreensão
de que fronteiras definitivas e o estatuto de Jerusalém
Oriental, mesmo sendo questões importantes, são
secundárias em relação a essas questões
fundamentais. Se esses pontos principais forem resolvidos,
tudo o mais poderá ser resolvido.
Escrito por: Barry Rubin. Publicado no Jerusalem Post. Tradução:
Franklin Goldgrub
Fonte “De Olho na Mídia”
de 11/08/2009

A História Oculta do Mundo:
A Pedofilia do Hamas
Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade
do Hamas", os "rebeldes", ou então o
PT e demais organizações de esquerda no Brasil
dão apoio integral ao mesmo (conforme nota do secretário
geral do partido, Valter Pomar durante a época do conflito),
o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas
de abuso infantil, torturas e sodomização do
mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos
do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos.
Tudo com a devida autorização da lei do islamismo
radical.
A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está
publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida
com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém
mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto)
Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador
de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos
estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham
menos de dez anos.
Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud
Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar
os casais que fizeram parte desta cerimônia tão
cuidadosamente planejada.
"Nós estamos felizes em dizer a América
que vocês não podem nos negar alegria e felicidade",
Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos
idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados
de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas
As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas
de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets
de noiva.
"Nós estamos oferecendo este casamento como um
presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco
e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local,
Ibrahim Salaf.
As fotos do casamento relatam o resto desta história
sórdida
O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima
agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo
no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.
Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são
molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso
similar na Jordânia.
Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas
são submetidas a mutilações genitais,
de acordo com a UNICEF. A prática ainda não
foi proibida em muitos lugares da América.
A prática da pedofilia teria base e apoio do islã,
pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih
Bukhari (além do Corão, outra das fontes de
grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que
Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando
se casou com ele e as primeiras relações íntimas
aos nove. O período de espera não teria sido
por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença
que ela tinha na época. Em compensação,
Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que
ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.
Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos
muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini,
defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:
Um homem pode obter prazer sexual de uma criança
tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não
pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema.
Se um homem penetrar e machucar a criança, então
ele será responsável pelo seu sustento o resto
da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada
entre suas quatro esposas permanentes. O homem não
poderá também se casar com a irmã da
garota...É melhor para uma garota casar neste período,
quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra
na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo
pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado
um lugar permanente no céu.
Esta é a história que a mídia não
conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não
querem que você saiba. Mas agora você está
ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre
os veículos de mídia, aja! Se você não
fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas
inocentes do inferno do Hamas e similares.
Fonte “De Olho na Mídia”
de 27/08/2009

Israel: 44% da população
aceitariam um primeiro-ministro gay
Uma pesquisa realizada pelo jornal israelense “Yediot
Aharonot” revelou que 44% dos israelenses aceitariam
um primeiro-ministro gay. O levantamento faz parte de uma
série de campanhas pró-LGBT realizadas após
o país ter sido surpreendido com a morte de duas pessoas
em um centro juvenil gay, em Tel-Aviv. No início deste
mês, um homem invadiu o local em que estava acontecendo
um encontro voltado para adolescentes e disparou várias
vezes com uma arma. Além dos dois mortos, 15 pessoas
ficaram feridas.

Artigo da Embaixada de Israel no Brasil: “Uma vez mais,
o Irã revelou ao mundo a real natureza de seu regime,
e as intenções de sua liderança, indicando
um terrorista procurado pela Interpol como seu ministro da
Defesa. Vahidi não é um terrorista qualquer.
Ele é um dos cinco iranianos procurados pela Interpol
pelo atentado terrorista suicida contra o Centro Comunitário
Judaico na Argentina (AMIA) que matou 85 cidadãos argentinos
inocentes e ferindo outros 240”.

A Universidade Hebraica de Jerusalém recebeu uma doação
de mais de US$ 100 mil de uma mulher que sobreviveu ao Holocausto
que, de acordo com o desejo expresso em seu testamento, será
usado para financiar bolsas para estudantes de medicina. Ela
não tinha familiares e vivia na rua, carregando os
poucos pertences em um carrinho de supermercado. Quando morreu,
aos 92 anos, já havia acumulado quase US$ 300 mil.
O resto do dinheiro foi doado para outras causas e beneficiários.
A empresa israelense Mekorot National Water Company assinou
acordos de cooperação na área de saneamento
com duas empresas brasileiras que atuam nesse segmento no
mercado: a Companhia de Saneamento Básico de São
Paulo (Sabesp) e a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito
Federal (Caesb). A Mekorot vai assessorar as empresas brasileiras
em tratamento de contaminação de mananciais,
dessalinização, tratamento de esgoto e uso de
tecnologia avançada.

A Embaixada de Israel oferece bolsas
de estudos para os seguintes cursos em Israel:
- De 18 de outubro a 11 de novembro - Curso “Mother
and Child Healthcare: Current Concepts”, com inscrições
até o dia 08 de setembro.
- De 19 a 30 de outubro - Curso “Atención Educativa
a Niños Menores de 6 Años en Marcos Regulares
y Especiales”, com inscrições até
o dia 08 de setembro.
- De 10 de novembro a 02 de dezembro - Curso “Intensive
Aquaculture Production”, com inscrições
até o dia 02 de outubro.
Informações:
Acessar
link
Fonte: “Jornal Alef” edição
1.354 www.jornalalef.com.br

O jornal Zero Hora desta terça-feira destacou a possibilidade
de a circuncisão ser obrigatória para os meninos
recém-nascidos dos EUA. Leia a seguir a matéria
na íntegra.
EUA cogitam circuncisão obrigatória
Medida visa diminuir casos de Aids e valeria para todos os
recém-nascidos
A circuncisão pode virar obrigatória para todos
os meninos recém-nascidos nos EUA. A ideia está
sendo considerada pelos órgãos de saúde
do país, para diminuir a transmissão do HIV,
o vírus da Aids. O assunto é delicado e já
gerou controvérsia entre os americanos.
Para o epidemiologista Peter Kilmarx, do Centro de Controle
e Prevenção de Doenças, qualquer medida
que reduza os casos de Aids deve ser estudada. Está
sendo cogitada, também, a circuncisão para adultos
com comportamento de risco.
No Brasil, a orientação é de só
submeter a criança à cirurgia em caso de necessidade,
como fimose obstrutiva e balanopostites (infecções
repetidas da pele do prepúcio), segundo o urologista
gaúcho Gustavo Franco Carvalhal.
Fonte Zero Hora 25/08/2009

Israelenses criam detector de mentiras que avalia escrita
Pesquisadores da Universidade de Haifa, em Israel, estão
testando um aparelho detector de mentiras que avalia a veracidade
de textos escritos à mão pela pessoa submetida
ao teste. O dispositivo é composto por uma base computadorizada
e uma caneta eletrônica sem fio, dotada de um sensor
de pressão na ponta. "Toda a escrita é
feita sobre uma folha de papel comum, fixada na superfície
da base", explica um dos criadores do aparelho, Gil Luria,
da faculdade de Bem-Estar Social e Ciências da Saúde
de Haifa. "A caneta tem tinta, e produz a mesma aparência
e sensação que o uso de uma caneta comum".
Os testes preliminares do detector de mentiras escritas -
realizados com 34 voluntários - serão detalhados
na edição de novembro da revista especializada
Applied Cognitive Psychology. "Este foi um primeiro estudo
piloto da ferramenta, e estamos planejando uma série
nova para obter mais validação", afirma
Luria. Os resultados da avaliação inicial indicam
que, ao escrever sentenças falsas, as pessoas aplicam
mais pressão ao papel e fazem letras mais altas e largas.
"Detectores de mentira não detectam a mentira
em si, mas medidas fisiológicas ou comportamentos que
se sabe que ocorrem durante a mentira”, explica. O que
aparelho de escrita manual busca medir, de fato, é
a "carga cognitiva" - o esforço imposto à
memória de curto prazo - da pessoa avaliada. Luria
diz que o aparelho também já foi capaz de descobrir
diferenças de carga cognitiva entre desenhos feitos
de memória ou copiados. "Mas, se poderemos usar
o desenho para detectar mentiras, é uma questão
que ainda teremos de estudar".
Publicado do Estadão
sinagoga Maghen Abraham, de Beirute, remonta ao ano de 1926
e, por meio século, foi uma das mais importantes do
Oriente Médio. Ela está sendo restaurada, como
explica Isaac Arazi, presidente da comunidade judaica local:
“este é apenas um dos objetivos de um projeto
que prevê também a recuperação
dos cemitérios judaicos de Beirute e de Sidon e a abertura,
em breve, de um escritório de comunicação
e de registros civis”.
O presidente polonês, Lech Kaczynski, inaugurou na
cidade de Lodz um monumento em homenagem aos poloneses que
arriscaram suas vidas para salvar seus vizinhos judeus do
Holocausto. Ele também concedeu medalhas, muitas a
título póstumo, a mais de 50 poloneses que ajudaram
judeus a escapar, como a enfermeira Irena Sendler, que conseguiu
salvar 2,5 mil crianças. O gesto pretende demonstrar
que nem todos os poloneses foram indiferentes perante a tragédia.
Durante a II Guerra Mundial morreram no país cerca
de seis milhões de cidadãos, aproximadamente
20% da população da Polônia na época,
metade deles judeus. No dia 01 de setembro será o 70º
aniversário do começo do conflito, que se iniciou
na cidade de Danzig, a atual Gdansk polonesa, em 1939. Haverá
um ato que vai reunir na Polônia líderes de todo
o mundo, entre eles a chanceler alemã, Ângela
Merkel, e o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin.
Cerca de 5,8 milhões de poloneses morreram durante
a II Guerra Mundial, segundo cálculos publicados pelo
Instituto da Memória Histórica (IPN) do país.
"É a primeira apuração na qual se
somam as investigações de vários anos
realizadas por historiadores poloneses sobre as perdas da
Polônia", afirmou o presidente do IPN, Janusz Kurtyka.
O número equivale a 20% da população
polonesa da época. "Existe a possibilidade de
que em poucos anos possamos conhecer a identidade de todas
as vítimas polonesas".
Fonte: “Jornal Alef” edição 1.355
www.jornalalef.com.br
Esta noticia resgata um pouco da história que nem
todos conhecem. Do agora falecido, membro da comunidade, antigo
Presidente do “Sport Club Internacional” que foi
muito importante na história desta agremiação.
Fonte Zero Hora 31/08/2009

Sensor ajudará a detectar
câncer de pulmão
Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia Techion-Israel
desenvolveu um sensor que leva em seu interior nanopartículas
de ouro e distingue entre a respiração de uma
pessoa que sofre de câncer de pulmão e outra
que está saudável sem necessidade de um tratamento
prévio, o que ajudará a detectar a doença.
O estudo foi publicado pela revista "Nature Nanotechnology".
As provas atuais para medir os compostos orgânicos voláteis
- gases químicos que contêm carbono e que estão
relacionados com o câncer de pulmão - apresentam
alguns problemas, porque são caras e não oferecem
resultados instantâneos. Com o novo método será
possível diagnosticar câncer de pulmão
através de uma tecnologia não invasiva, barata
e portátil.

Durante cerimônia que reuniu líderes europeus
na Polônia, que lembrou o início da II Guerra
Mundial, o primeiro-ministro russo Vladimir Putin afirmou
que "todos as tentativas para apaziguar os nazistas entre
1934 e 1939 mediante diversos acordos e pactos eram moralmente
inaceitáveis e politicamente absurdos, danosos e perigosos.
Devemos admitir esses erros". Já a chanceler alemã,
Angela Merkel, destacou: "há 70 anos, com a invasão
alemã da Polônia, começou o mais trágico
capítulo da história da Europa. Não há
palavras que consigam descrever nem de perto o sofrimento
dessa guerra e do Holocusto. Dobro-me às vítimas".
Fonte: “Jornal Alef” edição
1.356 www.jornalalef.com.br

- Narguilé pode ser 450 vezes mais perigoso do que
o cigarro, diz estudo.

- Ministro da Defesa iraniano, procurado pela Interpol, ameaça
fulminante resposta caso Irã seja atacado.
- Pesquisa mostra que o fumo mata 10 mil israelenses a cada
ano.

- Jornal do Kuwait afirma que depósito do Hezbollah,
explodido em julho, tinha material químico armazenado.

- Cresce a tensão entre a polícia e os ortodoxos
em Jerusalém após recusa dos religiosos em permitir
a autopsia de vitima de assassinato.

Paz Através do Esporte
Numa época de fúria e violência, jovens
jogadores levados a um campo de futebol em Eilat fornecem
um vislumbre de esperança para um futuro melhor. E
é o sonho de um homem - Dov Sheref, para abrir as portas
das relações entre as crianças israelenses
e as jordanianas através do esporte.
Esse morador de Eilat embarcou na sua visão, contatando
o Colégio Rabin da sua cidade dirigido por Simha Harel
e a Escola das Irmãs do Rosário na vizinha cidade
de Akaba. E também ele se associou à organização
italiana UTI e a Associação Jordaniana dos Mensageiros
para a Paz e os jogadores de futebol da Jordânia começaram
a atravessar a fronteira para Eilat e treinarem com seus companheiros
naquela cidade do sul de Israel, provando a visão de
Sheref que realmente existe uma outra maneira.
Sheref recrutou Ibrahim Abu Rkeik, que é o técnico
do time de futebol Bnei Eilat, para treinar a equipe de meninos
de 12 anos de idade. Abu Rkeik aperfeiçoou na Espanha
as suas habilidades de futebol e é conhecido por colocar
o seu coração e alma em qualquer projeto que
se comprometer, o que só pode significar uma receita
para o sucesso. "É muito fácil para eu
me conectar pessoalmente com este projeto, disse Abu Rkeik:
"Eu realmente gosto muito de conectar pessoas de diferentes
culturas. “Como falo árabe pude me comunicar
muito rapidamente com as crianças da Jordânia
e por isso estou muito satisfeito”. Quando perguntado
sobre o que pensava sobre o projeto ele disse: "Em uma
palavra: Incrível. Aquece o coração ao
ver todas essas pessoas envolvidas neste projeto. Você
faz pequenas coisas para as crianças, mas no final
do dia, estas são grandes coisas para nós. Há
algumas pessoas muito boas do outro lado da fronteira.
"O projeto no qual Dov Sheref vem trabalhando há
muitos anos está hoje rendendo frutos. Seja na cooperação
com os jogos, teatros, ou outras atividades eu aqui estou
completamente voluntário, com fé de que estas
coisas fazem somente o bem e eu acho que se cada pessoa desse
um pouquinho mais poderíamos chegar a grandes realizações".

Revolta Contra Hezbollah no Líbano
No que pode ser uma indicação da diminuição
da influência do Hezbollah sobre os moradores do sul
do Líbano, fontes da segurança divulgaram na
terça-feira provas documentadas de agentes do Hezbollah
que foram impedidos a força de entrarem em uma aldeia
perto da fronteira com Israel. O vídeo com chuviscos
mostrou residentes de Kfar Manisim, que se situa a apenas
um quilômetro de Israel, em pé na frente de um
jipe do Hezbollah discutindo com seus ocupantes. Os agentes
do Hezbollah aparentemente tentavam a colocação
de armas nas casas dos moradores que resistiam, e ambos os
lados começaram a disparar para o ar tiros de advertência.
O incidente acabou quando os que pertenciam ao Hezbollah se
viraram e foram embora. Após o confronto, tropas do
Exército libanês chegaram à aldeia para
garantirem que a ordem fosse mantida.
Israel sempre afirmou que o Hezbollah tem feito esforços
organizados, não só para restabelecerem a sua
presença no sul do Líbano, mas também
tem sistematicamente escondido armas e combatentes no meio
da população civil libanesa. Os esforços
organizados seriam uma violação da Resolução
1701 da ONU, as armas seriam violação do direito
internacional. Em julho explodiu um esconderijo de armas do
Hezbollah no sul do Líbano, o que levou Israel a acusar
o grupo de violar o acordo de cessar-fogo com o armazenamento
de armas contrabandeadas no sul do país.

Sinagoga de Maimônides no Egito
O chefe de antiguidades divulgou os trabalhos de restauro
em andamento numa das sinagogas mais famosas do Egito, um
projeto que ele negou que seria para aplacar a ira dos judeus
contra o ministro da cultura. Farouk Hosni que é Ministro
da Cultura está fazendo campanha para ser o próximo
chefe do escritório da ONU que promove a diversidade
cultural indignou muitos judeus com seus comentários,
em abril de 2008, quando prometeu solenemente queimar todos
os livros de Israel que encontrasse na famosa biblioteca de
Alexandria no Egito. O governo egípcio se mobilizou
em torno do ministro da cultura de 71 anos de idade, mas o
chefe de antiguidades, Zahi Hawass, disse que a decisão
de restaurar a sinagoga Moses Ben Maimon no Cairo nada tinha
nada a ver com a candidatura de Hosni.
"Eu acredito que esses rumores tiveram inicio para prejudicar
a pretensão de Farouk Hosni de se tornar o próximo
diretor-geral da UNESCO" disse Hawass, que se reporta
ao Ministro da Cultura. "Os monumentos judeus são
monumentos egípcios ... eles fazem parte de nós
e parte da nossa cultura". A sinagoga recebeu o nome
do Rabino Moses Ben Maimon, que foi um famoso médico,
filósofo e estudioso da Toráh, que nasceu em
Córdoba na Espanha em 1135. Mudou-se para o Cairo onde
morreu em 1204 e foi sepultado no interior da sinagoga. Os
restos mortais do rabino, que é conhecido no Ocidente
como Maimônides, foram posteriormente transladados para
a Terra Santa. A sinagoga foi construída numa área
chamada de al Haret-Yahoud, ou o "Bairro Judeu",
que refletia como a cidade do Cairo medieval era dividida
em bairros religiosos e étnicos. Foi declarada como
antiguidade em 1986 devido à sua arquitetura histórica
e importância religiosa, afirmou Hawass. A área
ao redor da sinagoga é agora conhecida como El-Gamalia
que costumava ser uma favela com ruas de terra cheias de lixo
até que o governo recentemente limpou a área
para atrair turistas. Hawass disse que a sinagoga sofreu danos
graves ao longo do tempo devido a terremotos e lençóis
freáticos. A restauração faz parte de
um projeto nacional para a renovação de dez
sinagogas por todo o Egito, disse ele. A sinagoga é
dividida em três partes: um espaço dedicado às
orações e rituais, outra para o túmulo
de Ben Maimon e uma terceira que incluí a seção
de oração para mulheres. A restauração
começou em meados de junho e deve durar um ano e inclui
um plano para a reconstrução das paredes severamente
danificadas da sinagoga e o reparo do interior. Hawass mostrou
aos repórteres uma porta de madeira restaurada de uma
das entradas da sinagoga que foi pintada com uma estrela de
David dourada e tendo em cima um entalhe de uma tamareira.

Bispos Americanos e o Judaísmo
O Vaticano divulgou que não iria interferir no conflito
que foi deflagrado entre os bispos católicos dos EUA
e líderes de grupos judaicos sobre o proselitismo católico.
O cardeal William Levada, que é o presidente da Congregação
do Vaticano para a Doutrina da Fé (antigo Santo Ofício
da Inquisição), disse que o Vaticano iria deixar
a questão nas mãos da Igreja Católica
Americana para uma solução, conforme informou
o rabino David Rosen que é diretor de Assuntos Inter-religiosos
do Comitê Judaico Americano. Rosen, que se reuniu com
Levada em Roma, informou que a decisão do Vaticano
para não se envolver no conflito tem relação
com a tendência à descentralização
na Igreja que foi iniciada após o Segundo Concílio
Vaticano de 1962-1965. As relações entre judeus
e católicos nos EUA foram prejudicadas depois que a
Conferência dos Bispos Católicos dos Estados
Unidos, a qual representa a Igreja na America do Norte, divulgou
uma declaração oficial de que o diálogo
inter-religioso com os judeus deveria ser utilizado para convidar
os judeus a tornarem-se católicos. Esta declaração
que provocou tensão foi emitida pelos bispos em junho,
para esclarecerem um documento de 2002 chamado de "Covenant
and Mission (Aliança e Missão)".
Os bispos disseram que o documento anterior equivocadamente
tinha minimizado a importância do compartilhamento de
sua fé e, portanto enganoso. "Embora a Igreja
Católica não faça proselitismo junto
ao povo judeu, não deixa de transparecer a sua fé
em Cristo, e sempre que seja apropriado de recebê-los
de braços abertos para participarem da mesma fé",
afirmou o Bispo William Lori de Bridgeport de Connecticut
, que é presidente de uma comissão de bispos
sobre a doutrina. Ele disse que essas revisões afirmam
as declarações do Vaticano. Grupos judaicos
emitiram uma resposta na qual afirmaram que apesar de "não
representarem qualquer objeção" em relação
aos cristãos no compartilhamento da sua fé,
o diálogo com os judeus se tornaria "insustentável"
se o objetivo fosse de convencer os judeus a aceitarem Jesus
como o seu salvador". Uma declaração desse
tipo é contrária à própria essência
do diálogo judaico-cristão, conforme a entendemos",
disseram os líderes judeus através de uma carta
à Conferência dos Bispos Católicos. Os
signatários foram a Liga Anti-Difamação,
o Comitê Judaico Americano e rabinos que representavam
os ortodoxos, conservadores e os movimentos reformistas. Levada,
que substituiu o cardeal Joseph Ratzinger, após o mesmo
se tornar o Papa Bento XVI em 2005, é o responsável
por esclarecimentos sobre a teologia da Igreja. Segundo Rosen,
Levada tinha deixado claro que existia um valor intrínseco
no diálogo inter-religioso com os judeus, mesmo sem
quaisquer intenções de proselitismo. Ele também
fez uma distinção clara entre o "testemunho"
ou o partilhamento do Novo Testamento e o proselitismo, o
que estava errado.
Fonte: “Noticias da Rua Judaica”
edição de 04/09/2009 por Osias Wurman

Pesquisadores de Israel criam programa
para decifrar textos antigos
Pesquisadores
de Israel desenvolveram um programa de computador capaz de
decifrar textos antigos anteriormente ilegíveis, o
que pode abrir caminho para um serviço de busca em
estilo Google para documentos históricos. Ao reconhecer
esses padrões, o equipamento é capaz de recriar
com grande precisão porções de texto
que se tenham esmaecido ao longo do tempo ou até mesmo
sido encobertas por textos de outros escribas. De acordo com
Itay Bar-Yosef, um dos pesquisadores da Ben-Gurion University
of the Negev, "quanto mais textos o programa analisar,
mais inteligente e preciso ele se torna".

Internautas palestinos vêm criticando a atitude de
Madonna que, durante visita a Israel, demonstrou apoio entusiasta
ao país. Nos dois shows que realizou em Tel-Aviv, a
cantora se envolveu na bandeira israelense e afirmou que "Israel
é o centro da energia do mundo". Madonna sempre
disse que não queria que os filhos assistissem televisão
ou lessem revistas, mas agora ela aparentemente está
mais liberal. Eles até estão participando de
seus shows. Primeiro foi Lourdes Maria, que participou do
novo clipe da cantora e apareceu dançando na apresentação
de Israel. Agora foi Rocco quem subiu ao palco para mostrar
seus dotes. O filho de Madonna com o ex-marido, o cineasta
Guy Ritchie, participou em três momentos do encerramento
da turnê “Sticky & Sweet”, em Tel-Aviv.

O herói de guerra britânico Nicholas Winton,
que já completou 100 anos, e, em 1939, ajudou a tirar
669 crianças, em sua maioria judias, da então
Tchecoslováquia ocupada pelos nazistas, na operação
conhecida como “Czech Kindertransport”, vai se
reunir com algumas das pessoas que salvou dos campos de extermínio
de Hitler, as chamadas "crianças de Winton",
agora idosas. As façanhas de Winton durante a guerra
permaneceram em segredo durante anos, até 1988, quando
sua mulher, Greta, encontrou no sótão da casa
deles um caderno com informações detalhadas.
Ele não tinha contado nem sequer a ela sobre seu feito,
que agora o levou a ser apelidado de "o Schindler inglês”.
Fonte: “Jornal Alef” edição
1.357 www.jornalalef.com.br

A saga de judeus sobreviventes do Holocausto,
no Brasil
Nos dias 13 e 20 de setembro, às 23h, a GloboNews
vai exibir o programa GloboNews Especial. O tema será
a saga de judeus sobreviventes do Holocausto que emigraram
para o Brasil.

Lula agora nega ter dado apoio a Ahmadinejad
No Estadão:
Pouco mais de dois meses depois de ter sido um dos únicos
chefes de Estado do mundo a apoiar explicitamente a controversa
reeleição de Mahmoud Ahmadinejad à presidência
do Irã, em junho, Lula desmentiu, ontem, tê-lo
feito. Indagado sobre o tema, o presidente se mostrou irritado
com o correspondente do jornal Le Monde no Brasil, Jean-Pierre
Languellier. “Não sei de onde você tirou
essa informação, meu amigo”, afirmou Lula.
O repórter não hesitou em contrariá-lo,
lembrando que o presidente havia dito que os protestos da
oposição eram “choro de perdedor”.
“Meu querido, deixe eu lhe dizer uma coisa: eu não
vi o mundo incomodado quando o Bush foi eleito. O cidadão
foi eleito. Havia regras no seu país. Se as regras
não agradaram os interesses da população,
essa é uma luta interna da população.
As instituições iranianas devem resolver esse
problema.”
Fonte: Reinaldo Azevedo/Colunista Revista
Veja

Itamaraty adia visita de Ahmadinejad
O governo brasileiro agendou visita de Mahmoud Ahmadinejad
a Brasília para a primeira semana de dezembro, frustrando
planos do iraniano, que pretendia realizar ao Brasil a sua
primeira viagem como presidente reeleito.
O adiamento é uma maneira de atenuar o desconforto
de Israel, cujo presidente, Shimon Peres, tem visita a Brasília
marcada para 11 de novembro.
O governo israelense tentou convencer o Itamaraty a não
receber Ahmadinejad, que questiona o Holocausto e defende
o fim de Israel. Diplomatas israelenses disseram à
Folha que a visita de Peres poderia ser cancelada se o Brasil
acolhesse Ahmadinejad. Ao receber primeiro o israelense, o
Brasil contorna o problema.
Mas o Itamaraty agora enfrenta a irritação da
Argentina, onde um atentado do qual é acusado o novo
ministro iraniano da Defesa matou 85 em 1994. Buenos Aires
estuda de que maneira expressará sua contrariedade
em ver o Brasil acolher o líder de um governo que abriga
um suposto terrorista.
Ahmadinejad chegou a marcar vinda ao Brasil para junho, mas
cancelou a viagem devido a tensões pré-eleitorais.
Em sinal de agradecimento a Lula, que reconheceu a vitória
de Ahmadinejad, Teerã quis agendar o quanto antes uma
visita a Brasília.
O iraniano queria vir neste mês, mas o Itamaraty alegou
“que a data estava muito em cima“.
Fonte: Folha SP
Fonte: Informativo Bnai-brith de 08/09/2009

Cientistas israelenses conseguem reconstituir
corações de ratos
Cientistas israelenses conseguiram reconstituir, mediante
enxertos, corações enfermos de ratos, dando
novas esperanças ao tratamento de humanos vítimas
de cardiopatias. Os pesquisadores implantaram células-tronco
de ratos recém-nascidos nas cobaias enfermas, transplantando
com sucesso esses tecidos reconstituídos nas partes
avariadas do coração. É a primeira vez
que um teste desse tipo tem sucesso com animais de laboratório.
O estudo, realizado por Tal Dvir, da Universidade de Beer
Sheva e do americano MIT (Instituto Tecnológico de
Massachussets), foi publicado na revista médica americana
Proceedings of the National Academy of Sciences.

Um muro de quase 4 mil anos em Jerusalém Oriental foi
aberto ao público. A estrutura data da época
em que Jerusalém era um enclave controlado pelos cananeus.
A estrutura, uma das primeiras fortificações
a serem erguidas na região, tem 8 metros de altura
e foi construída para proteger a única fonte
de água da cidade na época. O sítio arqueológico
fica em um bairro palestino localizado na entrada da Cidade
Velha de Jerusalém.
Fonte: “Jornal Alef” edição
1.358 www.jornalalef.com.br
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